Estamos na Semana Nacional do Trânsito. Aliás, 25 de setembro é o Dia Nacional do Trânsito. Nas escolas, na imprensa e nas ruas estão ocorrendo centenas de atividades, campanhas e divulgações.
Ontem, por exemplo, vários voluntários divulgaram uma campanha no Centro de Novo Hamburgo. É o projeto “Gentileza e Educação nas Faixas de Travessia em Novo Hamburgo.” Folhetos foram distribuídos lembrando a importância de se observar as regras.
No Centro de Novo Hamburgo, a revitalização com recursos do BID valorizou o pedestre. Melhorou o passeio público, ampliou a área de caminhada, foram colocados novos semáforos de pedestres, com luzes mais fortes e vibrantes. Inclusive, alguns locais que não tinham foram contemplados com semáforos – caso da Joaquim Nabuco com avenida Pedro Adams Filho. Diversos trechos do Centro estão recebendo reforço de pintura nas faixas de segurança.
Mas tudo isso não adianta quando falta educação, falta respeito, falta cuidado, falta vergonha e, até mesmo, falta fiscalização
Como vem fazendo nos últimos anos, a reportagem do Portal Martin Behrend observou por quase uma hora apenas dois cruzamentos centrais: Bento Gonçalves x Joaquim Nabuco e Pedro Adams Filho x Joaquim Nabuco.
Mais de cem pessoas desrespeitaram o sinal vermelho para pedestres. Invadiram a pista quando não deviam. Colocaram em risco suas vidas e causaram confusão pros motoristas que estavam com sinal verde liberado.
É um festival de desrespeito de homens, mulheres, crianças, jovens, aposentados, namorados, engravatados, enfim, o vexame é democrático.
FALTA DE EDUCAÇÃO
Uma boa parte da população não faz a sua parte em respeitar as regras de trânsito. Mesmo com todas as campanhas, mesmo com todo investimento, mesmo com todos os números alarmantes de acidentes, a falta de educação prevalece.
Cabe também um alerta: em alguns locais, a Prefeitura precisa urgentemente pintar faixas de segurança, pois as que existiam estão sumindo. Nesses casos, dá margem para os pedestres avançarem por onde bem entenderem.
2017 E 2018
Confira abaixo as reportagens realizadas pelo Portal Martin Behrend, em 2017 e 2018. É angustiante: praticamente nada mudou. E, no final da reportagem, mais flagrantes desta quinta-feira.
























