“A posição que ele (Faisal Karam) nos trouxe na última quinta-feira, dia 10, é a posição da sua preferência política na cidade para dar seguimento à sucessão. E a posição é a mesma que o jornal A Gazeta divulgou na quarta-feira. Confirma-se a mesma posição e o declínio, até pela convivência, por ser seu braço direito, do secretário Chiquinho. Esta é uma posição que nós cobrávamos.”
Com essas palavras, o vereador Max de Souza (PMDB) revelou que Francisco dos Santos Silva, Chiquinho (PMDB), ex-vereador e atual Secretário Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação, é o preferido do prefeito de Campo Bom, Faisal Karam (PMDB), para concorrer a prefeito nas eleições de outubro. Lideranças do partido cobravam esta posição do Faisal. E o motivo é um só: outros pré-candidatos a prefeito pelo PMDB podem desembarcar da sigla a qualquer momento para tentar concorrer por outro partido. Entre os que podem sair
estão o próprio Max de Souza e outro vereador, dr. Paulo Tigre. Em relação ao posto de vice-prefeito, está definido que o atual vice, Marcos Riegel (PP), será o candidato.
Nesta mesma sessão, o vereador Tigre disse que permanece como pré-candidato a prefeito. “Mantenho esse sonho, ambição, vontade, de tentar ser eleito prefeito”, declarou. No complemento de sua fala, deixou escapar que poderá buscar essa meta por outro partido. Ainda dentro desse clima de ruptura no PMDB de Campo Bom, Max de Souza lembrou uma suposta aproximação de Faisal com o atual secretário de Minas e Energia, Lucas Redecker (PSDB). Segundo avaliação do vereador, o atual prefeito poderia estar deixando o PMDB assim que terminar o mandato para buscar um lugar no ninho tucano.
O PMDB de Campo Bom já esteve mais tranquilo. Março ainda vai ser muitas e fortes emoções no partido que governa o município há anos.

























