O empresário Alexandre Kannenberg faleceu neste domingo, aos 46 anos. O velório está acontecendo na sala C da Funerária Krause, em Novo Hamburgo, sendo que a cerimônia religiosa será hoje, às 17 horas, com o sepultamento no cemitério da Comunidade Evangélica de Hamburgo Velho.
A família faz uma solicitação especial: em lugar de flores no velório, o pedido e o agradecimento antecipado para a doação de bolsas de estudo para alunos de Teologia da Faculdades EST, em São Leopoldo. O telefone para contatos é (51) 2111.1400.
Kannenberg era diretor da Rede Dial de Comunicação, composta por sete emissoras de FM e tendo escritório administrativo em Novo Hamburgo, com gerências executivas em cada sede.
As emissoras controladas pela empresa são a Felicidade Gospel FM 90.3 FM da Grande Porto Alegre, rádio Sorriso FM 95.3 de Gramado, rádio Sorriso FM 102.9 de Estrela (Vale do Taquari), rádio Sorriso FM 103.5 de Panambi, rádio Triângulo FM 104.3 de Candelária, rádio Light FM 91.7 de Cruzeiro do Sul e rádio Cruzeiro FM 91.5 de Glorinha.
Pertencente a Hilmar Kannenberg, Martha Ingeborg Kennenberg e Alexandre Kannenberg, a Rede Dial surgiu em 1982, a partir da empresa de Representação Dial Assessoria de Propaganda, de Novo Hamburgo. A Dial Assessoria prestava serviços a veículos locais, regionais e nacionais, com foco no meio rádio.
O empresário pertence a uma família muito atuante, talentosa e empreendedora em questões culturais, educacionais e religiosas no Vale do Sinos. Ele é filho do pastor Hilmar Kannenberg e de Martha Ingeborg Kannenberg. Tem dois irmãos: Gustavo Kannenberg e Felipe Kannenberg – ator de teatro, cinema e com participações na TV Globo, TV Record, entre outras emissoras.
Além disso, é neto do pastor Wilhelm Pommer, uma figura decisiva nas comunidades da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) onde atuou, tendo sido, inclusive, preso por mais de um ano na Era Getúlio Vargas. O pastor Pommer teve sua história registrada na obra “Wilhelm Pommer: Memória e trajetória de um pastor imigrante no Sul do Brasil”, de Alessander Kerber.
Sentimentos à família Kannenberg. “O Senhor é meu pastor; nada me faltará.”
























