Dois autores do Vale do Sinos estão ampliando o número de títulos que oferecem aos leitores.
O jornalista Felipe Kuhn Braun e a professora Elen Borghezan estão com obras sendo lançadas pela Z Multi Editora, de Ivoti.
ELEN BORGHEZAN
Com
o olhar para a Educação Financeira somado à Inclusão, a
neuropsicopedagoga e professora Elen Borghezan apresenta o volume 5 da
Série A Turma da Amizade.
O lançamento oficial será nesta sexta-feira,
dia 21, na livraria Letras & Cia, no Bourbon Shopping Novo
Hamburgo (avenida Nações Unidas, 2001, no térreo). A autora estará
autografando “Samuel e o cofre furado” a partir das 19 horas. “A
história tem inspiração a partir da minha vivência como mãe e é uma
homenagem ao meu filho Samuel”, explica a especialista em
Educação Inclusiva.
A
obra tem 32 páginas, quisz em Libras, desenho para colorir e uma
história cativante do menino que adora juntar
o dinheiro para comprar aquilo que vê na vitrine das lojas. Mas alguma
coisa não está certa, pois nunca sobra nada no cofrinho. Com prefácio de
Marta Maria Liedtke Borges, ilustrações de Rodrigo Nunes e edição da Z
Multi Editora, a obra pode ser adquirida
no local a R$ 30,00.
É possível ter mais detalhes para adquirir a obra neste canal: https://www.zmultieditora.com.br/livros.php . Informações adicionais pelo telefone (51) 98171-1610.
FELIPE KUHN BRAUN
O jornalista e escritor Felipe Kuhn Braun publica seu 28° livro, juntamente com o historiador e escritor Sandro Blume: “História de São Sebastião do Caí: o antigo Porto dos Guimarães”. A obra registra a história do município que se emancipou de São Leopoldo e que se tornou a cidade-mãe de Portão, Capela de Santana, São José do Hortêncio, Caxias do Sul, Feliz, Bom Princípio e Nova Petrópolis.
Também diversas cidades se emanciparam dos seus antigos distritos, tais como: Nova Santa Rita, São Vendelino, Tupandi, Vale Real e Picada Café. A cidade de São Sebastião do Cai foi o berço de empresas importantes no Rio Grande do Sul, como as de Frederico Mentz em Porto Alegre, as de A.J.Renner e a Cervejaria Ritter, Bopp & Sassen, que depois se tornou a Continental, e a conhecida empresa de conservas Oderich, cuja sede permanece no Caí.
Braun e Blume publicam sobre o importante porto da cidade, onde muitos imigrantes italianos desembarcavam para subir a Serra. Caí era um entreposto comercial entre a capital do Estado, Porto Alegre e a Serra Gaúcha. Eles também destacam a urbanização da cidade, impulsionada pela demanda gerada através da navegação fluvial do porto, que funcionava como ligação entre a rota terrestre que subia as encostas da serra em direção às colônias teuto-italianas e a rota fluvial que partia dos portos de São Sebastião do Caí e descia em direção aos cais de Porto Alegre.
Nesse contexto de prosperidade, percebe-se uma estreita relação entre comércio, sociedade, industrialização e o próprio rio, impulsionada pela circulação de embarcações como “chatas”, barcos a vapor e “gasolinas”.
Braun e Blume também descrevem o histórico de desenvolvimento das comunidades interioranas na época, as comunidades religiosas e o trabalho em conjunto dos imigrantes e seus descendentes, que resultou em diversas obras importantes para o Rio Grande do Sul, a Sociedade União Popular e a fundação da primeira cooperativa de crédito da América Latina, a Spaarkasse em Linha Imperial, Nova Petrópolis, na época distrito de São Sebastião do Caí.
É possível ter mais detalhes para adquirir a obra neste canal: https://www.zmultieditora.com.br/livros.php

























