A maioria das pessoas sabem que as bactérias estão em
todo nosso
organismo, e que podem causar doenças. O que poucos sabem é que dependendo da espécie da
bactéria e da parte do
corpo em que elas estão alojadas, são benéficas e aliadas à
nossa saúde. Estas
bactérias são chamadas de probióticos. “Entre suas indicações
os probióticos
atuam no combate à ansiedade, depressão, doenças da pele,
diabetes mellitus
tipo 2 e, recentemente pesquisadores descobriram que eles
também agem contra a
resistência periférica a insulina e obesidade”, destaca o
farmacêutico Eduardo
Huyer, da Proderma Farmácia, em Novo Hamburgo.
A suplementação de probióticos pode auxiliar em várias
patologias: Redução dos sintomas da Rinite Alérgica e da Asma
em crianças
(quando a flora intestinal está equilibrada, a mucosa
intestinal, que funciona
como uma barreira, está íntegra, impedindo a passagem de
outras bactérias e substâncias indesejadas para a
corrente sanguínea o que poderia desencadear reações
alérgicas); Redução dos
Sintomas da Artrite Reumatoide ; Alívio dos
Sintomas da Síndrome do Intestino Irritável; Tratamento e
Prevenção da Vaginose
Bacteriana; Regula o Processo Inflamatório Cutâneo, prevenindo
os efeitos
cutâneos causados pela exposição à radiação UV (Sol); Seguro e
Eficazez na
diminuição dos sintomas da Colite Ulcerativa; Dermatite
Atópica Infantil; entre
outras situações.
Os probióticos são importantíssimos na gestação e
lactação. As bactérias
da microflora do bebê dependem da microbiota da mãe, do tipo
de parto e do
ambiente. A concentração e variedade de espécies de
microrganismos são
fortemente influenciadas pela amamentação. Um estudo citado no
Jornal de
Pediatria em 2005 sugere que a incorporação de probióticos na
dieta da mãe, antes do parto, e na dieta da criança , enquanto
amamentada, pode influenciar
positivamente no processo imunitário intestinal. “Inclusive, em UTI Neonatal estão fazendo uso de probióticos com os bebês”, informa o farmacêutico.
Os probióticos podem ser administrados na forma de
cápsulas ou em
sachês, e o ideal é que sejam cinco cepas (tipos), podendo
este número ser
aumentado por indicação do médico ou nutricionista. “Na
Proderma trabalhamos
com probióticos e temos percebido um crescimento na procura
como tratamento ou
prevenção”, completa Huyer.

























