Um estudo da Universidade de St. John, em Nova Iorque, constatou que a pressão social que os jovens na casa dos vinte anos sofrem para serem perfeitos aumentou cerca de 30% nas últimas três décadas.
Portanto, não é à toa que vemos mais pessoas buscando o perfeccionismo no dia a dia e isso tem sido um problema na conclusão de projetos, ou até mesmo na iniciativa de começar algo novo.
O perfeccionismo tem grande relação com o medo de falhar. Quanto maior a busca por fazer algo perfeito, também maior é o medo de enfrentar uma possível falha ao não alcançar o resultado almejado. Isso pode gerar uma grande frustração!
O lance então é encontrar o “bom o suficiente”. Fácil falar, mas difícil de colocar em prática, não é mesmo?
Jeff Szymanski da International OCD Foundation (fundação dedicada a pessoas com Transtorno Obsessivo-Compulsivo) dá algumas dicas para ajudar a combater o perfeccionismo exagerado.
Defina prioridades: é estressante querer fazer tudo com perfeição, por isso, defina prioridades para aquilo que considera realmente importante com base em seus valores.
Contemple o processo: aprecie a jornada e não apenas o resultado final. Reserve momentos para contemplar tudo o que já foi construído.
Tenha exemplos: se você conhece alguém que realiza tarefas e projetos semelhantes, porém com maior facilidade, pergunte a ela como lidar com isso. Se não for possível perguntar, imagine como ela faria tal situação.
Experimente: tenha o hábito de experimentar o novo. Desenvolva essa rotina de se permitir testar, mesmo que ocasione pequenos erros no processo.
Errar faz parte do processo de evolução pessoal e desenvolvimento de novas habilidades em todas as áreas de inteligência. Nos negócios isso tem sido debatido em diversas frentes para criar uma cultura que suporta (e até mesmo incentiva) o erro a fim de obter-se mais criatividade na resolução de problemas.
Trazendo a sardinha para o ambiente digital, muitas são as empresas e pessoas que ainda não iniciaram suas estratégias de presença digital por não estarem 100% prontas. Outras tantas falharam em algum nível e não querem mais arriscar nesse meio, achando que o ‘tradicional’ é o suficiente. Errar faz parte. O perfeito não existe. Siga as dicas do Jeff Szymanski para colocar em prática hoje!
Você se considera perfeccionista? Comenta aqui embaixo!

























