Após o recesso de inverno, a Fundação Hospital Centenário
retomou nesta semana o projeto Visita Pet com porquinhos, coelhos e cãezinhos
que animaram os pacientes, especialmente a criançada da Pediatria. Os
animaizinhos trazidos pelas voluntárias da ONG Coração Vira-Lata e da Escola
Agrícola de São Leopoldo receberam carinho também dos funcionários e familiares
dos pacientes.
O pequeno Davi da Silva Souza, de apenas seis meses, olhava
com curiosidade para uma das porquinhas trazidas pela Unidade de Ensino
Estadual Visconde de São Leopoldo (Escola Agrícola). No colo da mãe Mislaine,
ele não se arriscou em fazer carinho, mas também não queria sair de perto. “Ele
adorou. Uma atividade diferente para que as crianças não fiquem tão estressadas
de estar dentro do hospital”, comentou Mislaine. Para o pai da pequena Beatriz
Isabele, de 1 ano, David de Souza o Espaço Pet é uma forma de divertir e ao
mesmo tempo auxiliar na cura dos pacientes. “Estar perto dos animais faz bem
para todos. Gostei muito da iniciativa.”
Enquanto os menores criavam coragem de encostar nos
bichinhos, Pedro Henrique, de 7 anos, corria atrás deles para pegar no colo.
“Os porquinhos fogem e gritam. São bonitinhos, mas dos coelhinhos eu gostei
mais”, dizia ele, que acabou pegando todos. A mãe Noeli da Silva aproveitou
para fotografar tudo. “Há alguns dias ele me deu um susto e tivemos que vir pra
cá. Ficar com criança no hospital não é fácil. Essa atividade aqui nos fez
muito bem”, finalizou ela, que não descuidava das fotos de Pedro.
Conforme a coordenadora do projeto, Fernanda Estrella, o
próximo encontro já está agendado e ocorre no dia 22 de agosto, às 10 horas.
“São encontros de cerca de uma hora que mudam a rotina do hospital. É um
momento de descontração, tanto para pacientes quanto para funcionários.” Além
de aproveitar os bichinhos trazidos pelos parceiros, também há a possibilidade
do paciente se encontrar com seu próprio animal de estimação em um momento
reservado.
De acordo com Fernanda, a iniciativa está entre as pioneiras
do País em hospitais públicos. Uma das primeiras instituições do Brasil a adotar
a prática foi o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, que iniciou
em 2009 e também serviu como referência ao projeto gaúcho. Para os animais
participarem, é necessário estar de banho tomado, vacinas em dia e autorização
do veterinário.
Assessoria de Imprensa/Prefeitura de São Leopoldo

























