Na onda de “era uma vez” parece que as historias se
repetem.
LUIS XIV, da França, começou a construção do Palácio de
Versalhes com a intenção de sair fora de Paris, infestada de tumultos e
doenças, e criar um grande controle do pais pela nobreza. Luis XV e Luis XVI continuaram e ampliaram
essa construção, cujo custo tirou a pele dos franceses. Ainda mais, o custo da manutenção do
ostentoso palácio custava aos cofres muito mais que os cofres podiam. Era o
maior palácio do mundo, o mas vistoso e elegante, com muitas festas da corte, e
podemos dizer que foi o auge da ostentação francesa.
E estava localizado fora de Paris, porque ali, no meio do povo, isso
seria impossível. Era no Palácio que o rei morava, era também a sede do governo
e o local das festas comentadas no mundo inteiro. Isso aconteceu de 1682 a 1789, quando começou
a Revolução Francesa, onde os custos do Palácio foi um dos motivos. O povo
estava com fome e, entres outras invasões, em 1789, acabou acontecendo uma
invasão de mulheres famintas e enraivecidas exigindo que o rei voltasse à Paris,
criasse e obedecesse uma Constituição. Fim da monarquia.
LUIZ II (Ludwig II), rei da Baviera (1845-1886) era um
adolescente complicado e revoltado, quando teve de assumir o reinado
inesperadamente, pela morte de seu pai.
Era de tendência homossexual, sem consciência disso, e totalmente
amargurado pelas suas preferências. Dois anos depois de tornar-se rei, a
Baviera foi subjugada pela Prússia, e depois absorvida pelo Império Alemão. O
rei ignorava todos os problemas de Estado, se isolando no poder e na vida, e
passou a idolatrar a monarquia absoluta.
Construiu castelos e castelos, entre eles o Neuschwanstein e
uma réplica do Palácio de Versalhes, a custo do povo que já não aguentava mais
os devaneios do rei, que beiravam a demência. O povo estava pobre, faminto, e o
rei não lhes dava a menor importância, nem aos seus conselheiros. Ate que um dia o rei foi deposto. Dois dias depois foi para o lago e ali morreu.
LUIZ INACIO LULA DA SILVA (2003-2011), era um trabalhador de
família humilde, que perdeu um dedo numa maquina ao trabalhar, e partir de
então, invalido para o trabalho, começou a liderar sindicatos de trabalhadores,
e entrou para a politica, num partido novo para os trabalhadores PT. Era a
esperança daqueles que estavam cansados de tudo que tinham vivido ate então, do
coronelismo, da corrupção, etc. Quando
finalmente foi eleito presidente, construiu a mais engenhosa rede de corrupção jamais
vista, empobrecendo toda a nação através do fechamento de indústrias, de
eliminação de empregos, e dando uma esmola para o povo mais pobre para que este
se mantivesse como a sua massa de manobras para perpetuar o partido no poder.
A classe média ficou cada vez mais pobre, e os pobres sem
perspectiva nenhuma. Foi o mais verdadeiro traidor do povo. E assim, esse foi à rua e exigiu que o
partido saísse do poder. O castelo dos emaranhados que ele construiu ainda esta
em pé, mas aos poucos começa a ruir. Nem mesmo para visitas de turistas, com
ingressos, a exemplo dos outros castelos, servirá. Porque foi um castelo de
artimanhas e alianças criminosas.

























