Dos três
gigantes da história do tênis na atualidade, apenas um vai seguir em atividade depois das
finais da Copa Davis deste ano.
Isso porque, Rafael Nadal anunciou que vai se juntar a
Roger Federer e acompanhar o tênis somente de fora das quadras. Com isso,
apenas Novak Djokovic seguirá em atividade (mas por quanto tempo?).
Rafael
Nadal não é só um nome histórico do tênis, mas sim de toda a história do
esporte mundial. Venceu, pelo menos uma vez, todos os torneios do Grand Slam. Venceu
torneios pequenos e grandes e foi campeão olímpico.
Além de
ser um atleta excepcional, foi um ser humano gigante. Na Espanha tem academia
de tênis, projeto social e sempre foi uma pessoa que se posicionou perante
temas relevantes para a sociedade. Sou fã incondicional desse cara.
Dentro
das quadras, talvez jamais vamos ver alguém jogar como ele no saibro, tanto que
é considerado rei nesse piso. Em Roland Garros, sua idolatria é algo
fantástico, o maior vencedor que, tão cedo não será alcançado – se é que será.
Os
últimos anos mostraram o quanto Nadal levava o esporte a sério, e tentou de
todas as formas vencer as dores e a idade para seguir em atividade, mas o corpo
chegou ao limite depois de uma carreira intensa.
Vamos
sentir muita falta do El Toro Miúra , apelido carinhoso que recebeu e
que, inclusive a Nike, sua fornecedora de material esportivo, criou para
estampar em seus uniformes.
Roland
Garros, ATP Barcelona e Masters 1000 Madri talvez tenham sido seus torneios
favoritos. Em 2025, vai ser estranho não ver ele em quadra, afinal, sempre
pensávamos em quem poderia tirar o título dele.
O Rio
Open, nosso principal torneio no Brasil, teve Nadal como primeiro campeão e, por
isso, ele também tem um carinho especial de nós, brasileiros, que temos, assim
como ele, o saibro como piso favorito de jogo.
Misturei
assuntos ao longo dos parágrafos conforme as lembranças chegavam na mente, até
pelo fato de terem sido muitos momentos especiais que presenciei.
#ANUNCIO_2@
O Big
Three está chegando ao final em suas atividades, mas ainda resta Djoko para
nos dar espetáculo. Se a nova geração nos mostrar 50% do que Federer, Nadal e
Nole nos apresentaram, já teremos muitos anos de vibração com esse esporte
fascinante.
Obrigado
por ser gigante, Rafael Nadal.

























