Quando
se fala na Copa do Mundo de 2014, logo lembramos da fatídica derrota do Brasil para a
Alemanha por 7 a 1. Logo lembramos também que o goleiro daquele jogo era Júlio
Cesar e que, desde então, sua carreira tomou novos rumos.
Porém,
muito antes daquele jogo, Júlio já havia conquistado vários títulos e virado
ídolo de muitos meninos e adultos apaixonados por futebol, principalmente pela
posição de goleiro. Só
quem já atuou nessa posição sabe o quão ingrata ela é, ao mesmo tempo em que
pode ser a mais recompensadora possível.
Voltando
ao grande Júlio César, para quem não tem uma aproximação muito grande com o
futebol, parece que aquele jogo foi o fim de carreira para ele e tudo o que
havia ganhado anteriormente havia sido colocado na lata de lixo.
Como
os treinadores gostam de falar, ganha todo mundo e perde todo mundo. É dessa
forma que entendo que precisa ser analisada aquela partida e ,por isso, isento de
culpa única o Júlio.
Presenciei,
acompanhando ligas europeias por onde ele atuou, ser idolatrado pelas torcidas,
muito em conta pelas defesas maravilhosas e atuações irrepreensíveis.
As
palavras mal expressadas e os textos pejorativos podem problematizar o resto da
vida profissional e pessoal de uma pessoa, mas Júlio César conseguiu superar
tudo isso. A prova de que sua idolatria é imensa: voltou ao Flamengo para
encerrar a carreira e quis o destino que fosse no Maracanã, onde deveria ter
atuado na final da Copa de 2014, o palco de seu último desfile. Sim, para
este articulista, com raríssimas exceções, Júlio César sempre foi regularíssimo
e um grande goleiro, ocupando lugar de destaque na galeria dos grandes do Brasil.
Obrigado,
Júlio, por sua carreira brilhante e por ser ídolo de muitas crianças e exemplo
de profissional para muitos jogadores.

























