Na quarta-feira da semana passada, estive na sede da
Federasul em função da reunião-almoço Tá na Mesa com o presidente da OAB/RS, Ricardo
Breier. Logo que cheguei no sexto andar do Palácio do Comércio, no Centro da
capital gaúcha, onde fica a sede da entidade, fui recebido com um gentil aperto
de mãos e um fraterno sorriso. Era o jornalista Tagliene Padilha da Cruz, 33
anos, fazendo as honras da casa e se colocando à disposição da imprensa
Carinhosamente conhecido como Tagli Padilha, era um
profissional de talento e estava no radar de empresas e entidades como futura
contratação. Tinha um relacionamento igual com profissionais de diferentes veículos
de comunicação, independente da grife e do quilate dos colegas. Integrava o time da Froes, Berlato
Associadas.
Nesta terça-feira, acordei alarmado com a notícia: Tagli foi
encontrado morto no seu apartamento localizado próximo ao Parque da Redenção,
na Avenida João Pessoa. Segundo relato da Brigada Militar, na noite desta
segunda-feira, um amigo da vítima não estava conseguindo contato com o
jornalista e teve de arrombar a porta do apartamento. Quando ingressou no
imóvel, a cena foi forte: ele estava enrolado em um lençol com marcas de
facadas pelo corpo. O apartamento da vítima, que não tinha antecedentes
criminais, estava revirado.
A Polícia ainda não tem informações da motivação para a
autoria do crime e o caso está sendo investigado. Inicialmente, é mais um
registro de homicídio, mas outras motivações serão apuradas. Ainda não há
suspeitos da autoria do crime. Colegas da Federasul ainda esperam novas informações sobre a ocorrência.
























