Na tarde deste sábado (25), a Polícia Rodoviária Federal atendeu um atropelamento no km 8 da BR-290 (Freeway), em Osório.
Um homem e sua filha de 6 anos de idade atravessavam a rodovia, em direção à Lagoa dos Barros, quando a menina soltou a mão do pai e retornou à pista para juntar um boné.
Ela foi atropelada por um automóvel Mercedes Benz GLA250 que seguia no sentido litoral. O motorista imediatamente levou a criança para o hospital de Osório, onde ela faleceu.
O bafômetro comprovou que o pai da menina estava com alto índice de álcool no sangue, ao contrário do motorista, cujo resultado foi zero.
O motorista do veículo e o pai da criança foram conduzidos à Polícia Civil de Osório para os devidos procedimentos.
VACARIA
Na noite de sexta-feira (24), a Polícia Rodoviária Federal prendeu uma condutora de 19 anos que estava dirigindo alcoolizada, na BR-116, em Vacaria. Além do crime de embriaguez ao volante, a mulher cometeu injúria racial e agrediu os policiais responsáveis pelo procedimento.
Durante operação de combate à embriaguez ao volante, policiais rodoviários federais se depararam com um veículo na rodovia federal. Os agentes, então, abordaram o automóvel e iniciaram os procedimentos de fiscalização.
A condutora do veículo se recusou a realizar o teste do etilômetro e, quando foi cientificada dos procedimentos que seriam adotados, passou a ofender verbalmente os policiais, que lhe deram voz de prisão. A mulher, em ato contínuo, agrediu fisicamente os agentes e, ainda, praticou injúria racial contra ambos, que eram negros.
Foi lavrado o Termo de Constatação de Embriaguez em desfavor da motorista, que foi autuada por dirigir sob o efeito de álcool.
Ela foi presa pelos crimes de embriaguez ao volante, lesão corporal e injúria, e foi conduzida à Polícia Civil de Vacaria, onde também desacatou o policial de plantão na delegacia. Em seguida, foi encaminhada ao Presídio feminino de Vacaria.
LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE
Em virtude da Lei de Abuso de Autoridade, que entrou em vigor em 3 de janeiro de 2020, as polícias não estão mais informando nomes – nem iniciais – das pessoas presas, nem enviando imagens das prisões – mesmo com as pessoas de costas e com o rosto não estando identificado.

























