Aos 43 anos, Marcelo dos Santos vai tendo sua rotina desafiada a cada dia.
O morador de Campo Bom teve sua perna direita amputada em razão de uma trombose. Foram 12 consultas médicas e três cirurgias até a decisão pela amputação. O procedimento ocorreu em julho de 2019.
A perda física foi um choque, sendo que a depressão passou a rondar seu cotidiano
Divorciado e pai de duas meninas, de 12 e 16 anos, ele sonha em voltar a andar, se locomover e ter uma vida sem muletas – dentro do possível.
Dessa forma, teve início uma mobilização para reunir recursos a fim de ajudar a alcançar essa meta.
Foi criada uma vaquinha virtual com a meta de alcançar R$ 180 mil. É um valor considerável e exigirá a adesão de muitos doadores. “Esse é um modelo de prótese que permitirá ter outras movimentações”, detalha.
O link para doações é https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-para-com… .
TRABALHO
Atualmente, Santos reside com a avó, de 86 anos, e também com as duas filhas. Sem emprego fixo, ele recebe apenas um auxílio governamental de um salário mínimo.
A prótese também será uma forma dele poder retomar algumas atividades e buscar com mais força uma recolocação no mercado de trabalho.
Essa falta de mobilidade também incomoda pelo fato de, no passado, Marcelo dos Santos ter sido assíduo praticante do handebol e ter se destacado na modalidade. Foi treinado por grandes nomes do handebol no Vale do Sinos, como Aristaco Fernandes.
Ele defendeu a Sociedade Ginástica Novo Hamburgo, atuou na seleção gaúcha e também na seleção brasileira. Entre as conquistas, foi campeão dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs). “Se estou com essa vaquinha é porque não vejo mais outra alternativa. Espero que as pessoas possam ajudar, independente do valor”, afirma Santos.

























