A última sinaleira da BR-116 no eixo Porto Alegre-Vale do Sinos está cada vez mais na mira do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A informação foi repassada pela assessoria de comunicação do órgão, comunicando que “o DNIT está trabalhando para incluir o projeto da rótula no contrato de manutenção recentemente assinado com a empresa Castilho, responsável pela recuperação do trecho.” O comunicado completo está abaixo. A Construtora Castilho, do Paraná assumiu a manutenção da rodovia após a Sultepa pedir rescisão de contrato no começo do ano.
O semáforo localizado no acesso ao bairro Roselândia, em Novo Hamburgo, é um local de congestionamentos diários e dezenas de acidentes por ano – incluindo mortes. É um pleito antigo de milhares de motoristas vítimas das tranqueiras, mas que ganhou mais força e eco nos últimos três anos com filas de veículos que chegam a quatro quilômetros – inclusive aos finais de semana, em função do público que circula até a Encosta da Serra.
Em agosto de 2014, a Prefeitura de Novo Hamburgo apresentou ao DNIT uma proposta de alteração na rótula, eliminando o atual conjunto de semáforos. O órgão fez exigências ao Executivo hamburguense, incluindo estudo topográfico do trecho. O levantamento foi realizado e encaminhado ao DNIT para que a rótula vire uma realidade.
Procurei a Prefeitura de Novo Hamburgo para atualizar essa situação. Enviei e-mail para sete integrantes da equipe de comunicação para que o Executivo atualizasse essa pauta positiva. Contudo, a Prefeitura não retornou à solicitação preferindo silenciar e não se comunicar com os hamburguenses.
Confira abaixo o retorno enviado pela equipe de comunicação do DNIT.
"O DNIT está trabalhando para incluir o projeto da rótula no contrato de manutenção recentemente assinado com a empresa Castilho, responsável pela recuperação do trecho.
O DNIT está preparando um Termo Aditivo ao CREMA* da BR-116, conforme dito acima, para que a empresa Castilho realize a obra desta rótula. O DNIT esclarece que esta melhoria não foi executada antes, pois a empresa que era responsável pela manutenção do trecho havia abandonado o serviço, o que levou o órgão a rescindir o contrato e fazer nova licitação, tendo a Castilho como vencedora. Em paralelo, está em andamento os trabalhos para viabilizar a construção do viaduto, sanando definitivamente o problema de tráfego no local." ?
* O DNIT possui cinco tipos de programas que tratam da restauração, recuperação e manutenção das rodovias federais: Programa de Conservação/Manutenção; Programa Integrado de Revitalização (PIR IV); Contrato de Restauração e Manutenção (CREMA) 1ª e 2ª etapas, e de Restauração. Esses programas abrangem um conjunto de ações que variam na duração, frequência e intensidade com que são realizadas. As rotineiras, por exemplo, destinam-se a reparar defeitos na pista; as periódicas evitam o surgimento ou o agravamento de defeitos; e as ações de emergência, visam reconstruir ou recuperar trechos danificados por um evento extraordinário que ocasiona a interrupção do tráfego ou coloca em risco o seu desenvolvimento. Os programas do tipo CREMA asseguram a manutenção das boas condições da rodovia por um prazo de dois anos (CREMA 1ª etapa) ou de cinco anos (CREMA 2ª etapa).

























