O candidato Lemos (PSB) foi o mais votado para a Câmara de Vereadores de São Leopoldo. Fez 4.451 votos (4,15% do total de válidos).
O candidato Marcelo Dentinho (União Brasil) foi o terceiro mais votado para a Câmara de Vereadores São Leopoldo. Fez 3.481 votos (3,25% do total de válidos).
O candidato Preto Kayser (Novo) foi o terceiro mais votado para a Câmara de Vereadores Novo Hamburgo. Fez 3.754 votos (3,26% do total de válidos).
Eles estão entre os campeões de votos nas duas cidades. Mesmo assim, não foram eleitos na eleição municipal deste domingo, 6 de outubro.
São as regras da eleição proporcional. É necessário que o partido do candidato alcance um número mínimo de votos para abrir uma vaga/cadeira. Nos casos acima, as siglas não alcançaram essa votação estipulada para cada cidade.
O CÁLCULO
Diferentemente do sistema majoritário, no sistema
proporcional, o candidato que recebe mais votos nem sempre é eleito.
Na teoria, isso
ocorre para que casas
legislativas não tenham um domínio de ideologias majoritárias ou financeiras. Assim, o
resultado eleitoral depende de duas condições: o desempenho individual do
candidato e o desempenho da lista apresentada pelo partido dele.
O nome do sistema vem dessa realidade: o número de cadeiras que
um partido conquista em uma Câmara de Vereadores é proporcional ao
número de votos que ele recebeu.
O sistema proporcional é usado para
eleger deputados (federais, estaduais e distritais) e vereadores. No
Brasil, temos a lista aberta, onde o eleitor vota diretamente no candidato
e no partido. Como a lista não é fechada, são os votos dos eleitores que
elencam a ordem dos candidatos no resultado final.
Caso o partido obtenha uma
cadeira via quociente partidário, será eleito o mais votado daquela lista.
CÁLCULO
Para se chegar ao cálculo de vagas, é necessário observar as seguintes situações:
– Quociente eleitoral
– Quociente partidário
– Cláusula de Desempenho
– Distribuição das sobras
