Câmara de Novo Hamburgo aprova criação de CPI para investigar salário da secretária da Fazenda do governo Finck

Plenário esteve quase lotado com a comunidade acompanhando a votação da criação da CPI

Votação para criação da CPI foi realizada nesta quarta-feira

A Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo aprovou, nesta quarta-feira (10), a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

O Requerimento 845/2026, que solicita a Instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar os valores percebidos pela Secretária Municipal da Fazenda, foi aprovada por 8 votos a 6.

O tema envolve suspeitas de irregularidades com a secretária Michele Antonello recebendo dois salários – ela está cedida a Novo Hamburgo pela Prefeitura de Santa Maria.

O assunto foi divulgado anteriormente pelo Portal Martin Behrend na matéria: “Impeachment do prefeito de Novo Hamburgo? Salário da secretária da Fazenda provoca reação de vereadores” – https://martinbehrend.com.br/politica/impeachment-do-prefeito-de-novo-hamburgo-salario-da-secretaria-da-fazenda-provoca-reacao-de-vereadores .

VOTARAM A FAVOR DA CRIAÇÃO DA CPI

Luciana Martins (PT), Daia Hanich (MDB), Deza Guerreiro (PP), Enio Brizola (PT), Cristiano Coller (PP), Felipe Kuhn Braun (PSDB), Eliton Ávila (Podemos) e Joelson de Araújo (Republicanos)

VOTARAM CONTRA A CRIAÇÃO DA CPI

Giovani Caju Pereira (PP), Ricardo Ica Ritter (MDB), Ito Luciano (Podemos), Ico Heming (Podemos),  Nor Boeno (MDB) e Juliano Souto (PL).

 

O Requerimento 845/2026 teve a assinatura de Luciana Martins, Daia Hanich, Deza Guerreiro, Enio Brizola e Cristiano Coller.

No texto, a justificativa apresentada é: “As vereadoras e os vereadores abaixo assinados requerem à Mesa, após os trâmites regimentais, a instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a apurar os fatos relacionados aos valores percebidos pela Secretária Municipal da Fazenda, diante de informações amplamente divulgadas que apontam para a existência de pagamentos provenientes de mais de um ente público.

A presente investigação tem por objetivo esclarecer a legalidade, a transparência e a conformidade dos atos administrativos relacionados aos pagamentos realizados, bem como verificar eventual repercussão aos cofres públicos e a observância dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública.”

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