Uma informação discutida em reunião de lideranças na Câmara
de Vereadores, na semana passada, e que foi revelada pelo Portal Martin
Behrend, motivou uma coletiva de imprensa do presidente da Câmara de
Vereadores, Antonio Lucas (PDT). Reunindo a imprensa na sala da presidência,
Lucas garantiu: os vereadores não terão reajuste para alcançar 50% do salário
de um deputado estadual, num cálculo que ser aproximaria de 30% de valorização
salarial. “Não sei como chegou à imprensa essa informação. Com certeza, não foi
divulgado por nenhum dos parlamentares que participaram da reunião da semana
passada, porque isso não foi abordado”, comentou. Segundo Lucas, esse aumento seria
um absurdo para a cidade e para a Câmara.
O presidente afirmou que o índice ainda deverá ser debatido.
Os parlamentares estão aguardando a proposta do Executivo, que tratará do
subsídio do prefeito e secretários. A proposta deve ser encaminhada antes do
dia 30. Conforme Lucas, uma das alternativas para os subsídios dos
parlamentares seria o reajuste aos moldes da legislatura passada, com
percentual igual ao concedido ao funcionalismo. O parlamentar não descarta um
índice menor ou até o congelamento dos valores recebidos pelos vereadores. Ele
lembrou que a revisão geral da remuneração dos servidores municipais ativos e
inativos e dos pensionistas também deve ser discutida em breve.
Na semana passada, o Portal Martin Behrend divulgou
levantamento com as opiniões dos vereadores. Dos 14 parlamentares nove foram
definitivos: são a favor de congelar os salários. São contra o aumento salarial
para 2017:
Fufa Azevedo (PT) | Enio Brizola (PT) | Issur Koch (PP) | Inspetor
Luz (PMDB) | Patrícia Beck (PPS) | Cristiano Coller (Rede) | Vilmar Heming
(PDT) | Jorge Tatsch (PCdoB) | Naasom Luciano (PTB)
Se a voz da maioria prevalecer, a situação está definida. O
salário dos vereadores seguirá em R$ 10.020,95.

























