Tiroteio, desabamento, quedas e mortes. Qual o mistério desta rua de Novo Hamburgo?

Coincidência? Fatalidade? Ou tem algo a mais? Qual o mistério que cerca a Rua Salgado Filho, em Novo Hamburgo? Como explicar uma sucessão de tragédias em poucos meses numa rua com 500 metros de extensão e sem saída em uma de suas extremidades – somente acesso para pedestres ao Bourbon? Na manhã de hoje, uma jovem de 26 anos morreu após cair de um edifício localizado na esquina da Salgado Filho com Tapes.

Num exercício de volta no tempo, encontrei nos últimos meses mais três ocorrências envolvendo tragédia e violência na via:

10 de abril de 2013 – Um homem morreu na manhã do dia 10 após a queda da laje de uma casa abandonada na Rua Salgado Filho – perto da Rua Miguel Couto. A vítima foi identificada como Mauro Sérgio Friederich da Silva, 57 anos. A sua mãe residia na casa ao lado.

17 de setembro de 2014 – Dois homens em uma moto abordam pedestre que deixava um estabelecimento comercial localizado na Salgado Filho. Após anunciarem o assalto, eles atiram e atingem a vítima de raspão, que reage e corre atrás dos assaltantes. A perseguição continuou por dois quarteirões. A vítima – um lutador de jiu-jitsu – passa bem após a ocorrência.

9 de outubro de 2014 – Jorge Carlos Scheffer, 64 anos, morreu ao cair do nono andar de edifício localizado na esquina das ruas Miguel Couto e Salgado Filho. A vítima acompanhava a reforma de um apartamento do sobrinho e foi conferir o andamento dos trabalhos.

12 de dezembro de 2014 – Uma jovem de 26 anos caiu de edifício localizado na esquina das ruas Salgado Filho e Tapes. A Polícia Civil ainda trabalha nas investigações para descobrir o que teria ocorrido para a queda da hamburguense.

Coincidência? Fatalidade? Ou tem algo a mais? Ainda em busca de respostas.

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