A Companhia de Dança Deborah Colker retorna ao Rio Grande do Sul para uma especial e curtíssima tour do seu mais recente trabalho intitulado “Remix”.
Os gaúchos vão poder conferir, em primeira mão nos dias 3 e 4 de abril, no Teatro FIERGS, o espetáculo que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4×4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante.
Na sequência a Companhia apresenta “Remix” em Novo Hamburgo (Teatro Feevale, 8 de abril) e Santa Maria (Centro de Eventos UFSM, 11 e 12 de abril).
Para o espetáculo no Teatro Feevale, o link dos ingressos é: https://teatrofeevale.com.br/programacao/deborah_colker/ .
REPERTÓRIO CONSAGRADO
“Remix” é o terceiro projeto especial da Companhia que remasteriza seu próprio repertório. Mas diferencia-se de “Mix” (1995) e “Vero” (2016) justamente pela dramaturgia do espetáculo em dois atos.
O elenco com 16 bailarinos dança, na primeira metade, as coreografias “Paixão” do espetáculo “Vulcão” (1994), a cena da cortina de “Belle” (2014) e os vasos de “4×4” (2002), com o solo de piano executado pela pianista Patrícia Glatzl ou, quando a agenda permitir, pela própria Deborah.
O fechamento do programa fica por conta das coreografias “Gravidade” e “Roda” do espetáculo “Rota” (1997).
O resultado de “Remix é uma obra inédita, que se renova ao revisitar a potência criativa construída ao longo desses mais de trinta anos de companhia.
A COMPANHIA
Criada em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker celebrou, em 2024, 30 anos de atividades.
Com quatrorze espetáculos em seu repertório, a companhia se mantém como uma das mais premiadas e prestigiadas no Brasil e no mundo, recebendo em 2018 o Prix Benois de la Danse de Moscou, o mais importante prêmio da categoria. Recebeu ainda um Laurence Olivier em 2001, célebre prêmio inglês, concedido pela The Society of London Theatre, pelo espetáculo Mix.
Em 2009, Deborah Colker foi convidada pelo Cirque du Soleil para criar o novo espetáculo da companhia canadense, Ovo, sendo a primeira mulher a criar e dirigir um espetáculo para o Cirque.
Em 2016, foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos 2016, no Rio de Janeiro, evento transmitido para mais de dois bilhões de pessoas em todo o mundo.
Ao longo destes anos, a Companhia já realizou mais de 2.000 apresentações, em cerca de 75 cidades e em 32 países, atingindo um público de mais de 3,5 milhões de pessoas.

























