Secretário está triste com Bradesco. Diretor ataca imprensa. Mas eles não respondem: cadê os R$ 30 mil?

As Meninas Cantoras de Novo Hamburgo estão levando um calote
da Prefeitura.
No ano passado, o grupo teve aprovada uma subvenção no valor de
R$ 30 mil. A articulação ocorreu entre Legislativo e Executivo. O valor deveria
ser repassado a partir de janeiro deste ano
– em 12 parcelas de R$ 2,5 mil para
honrar compromissos básicos de manutenção do trabalho.

Estamos em 11 de julho de 2016. Até o momento, o valor não
foi repassado.
O prejuízo está estabelecido. Mas as preocupações do secretário
de Cultura de Novo Hamburgo, Carlos Mosmann, e do diretor de Cultura de Novo Hamburgo,
Eliandro Cantini, não são com as Meninas Cantoras – conforme análise das manifestações públicas de ambos. Um dos servidores municipais está triste com a posição da bandeira
do Bradesco na passagem da Tocha Olímpica pelo município e o outro escreveu no
Facebook que sou uma fonte “sem a mínima credibilidade”. Mínima! Esses são os
discursos prioritários da dupla que comanda a Cultura em Novo Hamburgo.

Até
agora, o Conselho Municipal de Cultura, presidido pelo escritor Henrique
Schneider e que tem mais de 50% de integrantes ligados ao governo, não se
manifestou publicamente sobre o assunto. Acima está o meu comentário sobre o tema.

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