Postos de Novo Hamburgo reduzem preço e litro da gasolina se aproxima de 6 reais

O ano de 2021 se encerrou com uma grande expectativa.

Com a redução do ICMS dos combustíveis confirmada pelo governo do Rio Grande do Sul, de 30% para 25%, será que os postos iriam reduzir os valores para os clientes? Ou os estabelecimentos ficariam com essa margem para seus negócios, sem beneficiar os consumidores?

O Portal Martin Behrend chegou a fazer uma reportagem, no dia 30 de dezembro, levantando essa dúvida: https://martinbehrend.com.br/noticias/noticia/… .

A partir de 1º de janeiro, passaram a vigorar as novas alíquotas. Só que, nos dois primeiros dias, nada de queda nos preços foi verificado.

SEGUNDA-FEIRA

Já nesta segunda-feira (3), veio uma boa notícia. Os postos começaram a reduzir o preço do litro dos combustíveis.

No caso da gasolina, em Novo Hamburgo, o ano de 2021 se encerrou com praticamente todos os estabelecimentos vendendo o litro acima de R$ 6,50.

Um cenário diferente foi registrado no final da tarde de de hoje.

A reportagem do Portal Martin Behrend circulou pelos bairros hamburguenses Primavera, Rio Branco, Rincão, Operário, Guarani, Vila, Nova, Hamburgo Velho e Centro.

O litro da gasolina apresenta bastante variação. O mais baixo encontrado foi R$ 6,05. Já o mais alto chega a R$ 6,39.

A maioria dos postos pesquisados – foram dez, no total – está vendendo entre R$ 6,10 e R$ 6,20.

Agora, é hora do consumidor fazer a sua parte e intensificar a pesquisa sobre onde estão os melhores valores. Dá para reduzir ainda mais!

GOVERNO FEDERAL

Agora, um registro necessário: o preço dos combustíveis segue muito alto. E, diferentemente do que tentou emplacar em seu discurso o governo federal, o ICMS não é o maior vilão da história. Tanto que o imposto estadual caiu 5% e o litro da gasolina segue acima de R$ 6,00.

Desta forma, a política de preços da Petrobras e a gestão do governo federal na política econômica – a questão cambial, com o dólar muito valorizado – são os principais fatores que influenciam os combustíveis.

TARIFAÇO


O que está ocorrendo no Rio Grande do Sul em relação ao ICMS dos combustíveis é o retorno das alíquotas praticadas há seis anos.

Foi no governo de José Ivo Sartori (MDB) que ocorreu o chamado Tarifaço do Sartori – quando foi aprovada uma paulada no aumento dos tributos.

Essa política de manutenção das alíquotas foi mantida nos três primeiros anos do governo Eduardo Leite (PSDB). Eram pra ser dois anos, mas o governo conseguiu prorrogar até 2021.

Ou seja, após seis anos, os gaúchos voltam ao patamar de 25% do ICMS cobrado pelo governo estadual sobre os combustíveis.

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