ATUALIZAÇÃO. A Prefeitura de Novo Hamburgo enviou esclarecimento às 18h43 desta quarta-feira:
“De
acordo com o secretário de Administração, Linéo Baum, está sendo
providenciado um lugar maior e coberto que servirá de novo
almoxarifado e abrigará os caminhões citados e outros materiais. O
executivo fará uma inspeção e a limpeza da oficina nos próximos
dias enquanto não houver a troca de local.
Em
relação ao caso que envolve a piscina e outras situações, a
denúncia deve ser protocolada pelos moradores via ouvidoria do SUS
(3097-9400), que repassa para a vigilância sanitária. Em relação
a piscina, o caso já foi repassado para a fiscalização da
vigilância, que dará o encaminhamento a denúncia.”
Se a fiscalização da Prefeitura de Novo Hamburgo não
funciona, os leitores do Portal Martin Behrend estão preocupados. Os alvos dos
cidadãos são locais com água parada propícios para a proliferação do mosquito
Aedes aegypti, transmissor da dengue e de outras doenças.
Um dos casos que mais chama a atenção diz respeito à oficina
que está instalada junto à Avenida Victor Hugo Kunz, em imóvel que passou a ser
alugado pela Prefeitura desde o final do ano passado. Entre tantos carros que
esperam conserto ou algum leilão de ferro velho, estão alguns caminhões. E nas
caçambas ficou acumulada água por vários dias. Num espaço da Prefeitura de Novo
Hamburgo um potencial criadouro de mosquito da dengue.
Um outro caso envolve piscina abandonada na Rua Santos, no
bairro Vila Nova. Segundo morador do bairro, a situação já foi denunciada mais
de uma vez, mas nada foi feito até agora. Ele se queixa que os vizinhos são os
maiores prejudicados, já que os proprietários abandonaram a piscina. “Temos medo de proliferação do mosquito”, desabafa.
A reportagem do Portal Martin Behrend entrou em contato com
a Prefeitura de Novo Hamburgo. Após duas semanas de contatos e aguardando um
retorno da Vigilância Sanitária, nenhuma orientação foi repassada sobre como
denunciar casos de água parada e o que será feito para a fiscalização funcionar
e eliminar pontos de riscos – incluindo espaços coordenados pelo Executivo. Não
adianta a Prefeitura fazer campanha cobrando mudança de comportamento da
população se ela não faz a sua parte.

























