A partir da manhã de hoje, Novo Hamburgo passou a contar com 14 núcleos de Polícia Comunitária. Isso significa mais segurança para novos bairros e comunidades. O lançamento dos dois novos núcleos ocorreu
no Kephas, e teve a a presença do prefeito Luis Lauermann, do secretário Estadual de Segurança Pública, Airton Michels, do comandante do Comando Regional de Polícia Ostensiva do Vale do Rio dos Sinos (CRPO/VRS), tenente-coronel Carlos Marques, entre outras autoridades.
O policiamento
vem trazendo uma redução significativa de diversos crimes nas regiões onde passa a ser realidade. Embora tenha como um dos principais objetivos combater furtos e roubos, outros índices de criminalidade sofrem queda. No primeiro núcleo de Polícia Comunitária instalado no Estado, em Caxias do Sul, houve redução superior a 50% no número de homicídios em dois anos de atuação. “Os reflexos são imediatos. A presença do policial no cotidiano da localidade tem trazido resultados positivos”, comemora o secretário Michels.
Outro ponto a ser destacado do policiamento comunitário é a valorização do soldado da Brigada Militar. “As pessoas reconhecem nele a presença do Estado e da autoridade policial. Traz um reconhecimento importante e que motiva os policiais”, destaca Michels. O secretário lembra que o projeto, inicialmente, beneficiaria cidades com mais de 100 mil habitantes. Mas a solicitação das prefeituras de outros portes exigiu uma readequação da demanda. “Em Parobé, por exemplo, temos núcleos e a cidade tem em torno de 60 mil moradores. Assim foi também em Livramento”, cita
Michels.
Com 14 núcleos de Polícia Comunitária em Novo Hamburgo, a Secretaria Estadual de Segurança Pública estima que cerca de 140 mil hamburguenses estão sendo beneficiados com esta atuação mais próxima e efetiva da Brigada Militar. O prefeito Luis Lauermann lembrou da parceria de Novo Hamburgo com o Governo do Estado. “É uma conquista para trazer mais segurança para os moradores aqui do Diehl e do Kephas”, frisou.
COMO FUNCIONA A POLÍCIA COMUNITÁRIA
O conceito de Polícia Comunitária tem por objetivo aproximar os policiais e a população, aumentando a sensação de segurança pública a partir dessa convivência. É operado a partir de núcleos formados por bairros, atendidos por policiais militares que moram nos locais onde farão o policiamento. O modelo de policiamento comunitário permite uma aproximação entre o cidadão e o policial, por meio de uma relação de comprometimento mútuo pelo bem-estar da comunidade.
