As mensagens a seguir foram publicadas por leitoras, em rede social do Portal Martin Behrend, nesta quarta-feira (3):
“Sabe dizer por que a obra da Marcílio Dias está parada? Não vejo gente trabalhando, só transtorno.”
“Também não vejo ninguém trabalhando, só o transtorno no trânsito no horário de pico”.
A obra citada pelas leitoras está ocorrendo na Rua Marcílio Dias, em Novo Hamburgo, no sentido bairro-Centro, e vem exigindo algumas alterações no trânsito para quem “desce” a Marcílio Dias a partir da rotatória com a Avenida Maurício Cardoso.
O bloqueio na via teve início em 19 de abril. Naquele dia, a Prefeitura divulgou um comunicado destacando que a rua “no trecho entre as ruas Silveira Martins e Santa Catarina,
no sentido bairro-Centro (descida da Marcílio), foi bloqueada para o trânsito
de veículos de forma emergencial nesta quarta-feira (19), para o conserto de
uma infiltração na via. Não há prazo para o término do serviço.”
O Portal Martin Behrend registrou essa situação: https://martinbehrend.com.br/noticias/index/ti… .
SINALIZAÇÃO
O trecho bloqueado foi sinalizado com placas, cavaletes, telas protetoras, canos, entre outros materiais. Também o asfalto foi aberto para trabalho das equipes.
São duas semanas de bloqueio do trecho. Nesse período, em alguns dias, não se observa movimento no local. Não há trabalhadores. A sensação é de abandono da obra.
PREFEITURA
Diante dos questionamentos das leitoras, o Portal Martin Behrend procurou a Prefeitura de Novo Hamburgo. Foi enviado o seguinte esclarecimento:
“A obra de conserto de infiltrações na rede pluvial na
Rua Marcílio Dias segue em pleno andamento. A recente condição climática também
está atrapalhando o avanço das obras.
Por se tratar de uma obra complexa, com
reparos em área pública e privada, inclusive com canos da década de 1960, que
entraram em colapso, passando por baixo de uma propriedade particular, a obra
está sendo realizada com bastante serenidade, sendo acompanhada por engenheiros
da Diretoria de Esgotos Pluviais (DEP) da Secretaria de Obras Públicas,
Serviços Urbanos e Viários (Semopsu).
Vale ainda informar que por se tratar de
uma obra de rede, a Rua São Jacó também começou a ser utilizada para realizar o
conserto, com abertura da via e análise da canalização existente.”
























