A Guarda Municipal de Novo Hamburgo cumpriu, na manhã desta
quarta-feira (28), um mandado de prisão contra um homem condenado por
estupro de vulnerável.
A detenção ocorreu durante uma fiscalização de
trânsito, às 7h45, na esquina das ruas Olinda e Prudente de Moraes, no
bairro Guarani.
Os agentes abordaram um veículo
e, ao realizarem a identificação do condutor, constataram a ordem de
prisão emitida pela 3ª Vara Criminal do Município.
O foragido, condenado
a mais de dez anos de reclusão em regime fechado, recebeu voz de
prisão.
Ele foi encaminhado à Delegacia de
Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo, para ser conduzido ao sistema prisional. O veículo foi entregue à companheira
do detido. Ele não teve seu nome divulgado.
TENTATIVA DE FEMINICÍDIO
Já na tarde desta terça-feira, a Guarda Municipal de Novo Hamburgo atendeu uma ocorrência de violência doméstica, configurada como tentativa de feminicídio, no bairro Boa Saúde. Agentes do Grupamento Especializado em Segurança com Motos (GESCOM) foram chamados a uma residência, onde um homem teria ameaçado sua companheira. Segundo informações, o agressor já havia atentado contra a vida da vítima na noite anterior.
Durante o deslocamento, os guardas encontraram a vítima nas proximidades de sua residência. Ela relatou que o agressor ainda estava dentro da casa, armado.
Ao perceber a aproximação dos agentes, por volta das 13 horas, o homem fugiu pelos fundos da residência. A vítima autorizou a entrada dos guardas no imóvel, onde eles localizaram uma carabina calibre .22 escondida em um alçapão no terreno, além de 66 munições. O celular do agressor também foi encontrado no local.
A vítima relatou que continuava recebendo ameaças por mensagens e que o agressor estaria escondido em uma mata próxima. Rondas foram realizadas nas imediações, com o apoio da Guarda Municipal de Estância Velha, que utilizou um drone com câmera térmica e um cão, mas o suspeito não foi localizado.
O armamento e as munições foram apreendidos e encaminhados à delegacia, onde foi registrado o boletim de ocorrência e o depoimento da vítima, conforme os procedimentos previstos pela Lei Maria da Penha. A vítima solicitou medida protetiva de urgência.

























