Vai ser uma Copa do Mundo diferente

Vem
aí mais uma Copa do Mundo.

São quatro anos de espera pelo maior torneio de
futebol do planeta.

Uma competição que mobiliza e une compatriotas em torno de
um único objetivo. Levantar a taça de campeão e comemorar o título mais
expressivo do futebol.

Se fosse normal, nessa época, já saberíamos quem teria vencido a edição 2022,
mas como no Catar era impossível jogar futebol em junho e julho pela temperatura,
vai ser agora no fim do ano.

E
isso a torna uma Copa do Mundo diferente.

Vão ser distâncias menores a serem
percorridas pelas seleções, ela vai ser disputada em início de temporada para os
países, exceto o Brasil, e também com alguns países de menor expressão em um
mesmo grupo – isso vai garantir classificação de seleções com menos expressão para
as fases seguintes.

Aliado
a isso, vem também uma situação onde várias seleções chegam em alto nível, com
chances reais de título. É uma copa onde nenhuma seleção é a grande favorita,
por isso entendo que uma surpresa não pode ser descartada.

E
a nossa seleção? Vai bem? Espero e quero o hexa. Mas, sim, do meio para a frente
arrisco a dizer que é o melhor grupo entre as 32 seleções e com um poderio
ofensivo enorme. Para sermos hexa, é preciso ser sólido defensivamente e
aproveitar todo o talento ofensivo que possuímos. Com essa combinação funcionando,
a chance do sexto título se torna muito grande.

A
nossa estreia é só na quinta-feira (24), mas a partir de domingo (20) já tem jogo e a
oportunidade de celebrar a Copa do Mundo, a mais diferente da história
certamente.

E que, ao final dela, todos aqui possam ler um texto de celebração
do hexa.

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