O ataque de taxistas ao jornalista Martin Behrend, com socos no rosto, chutes, empurrões e pontapés, na manhã de hoje, em frente ao Centro Administrativo Leopoldo Petry, gerou manifestação do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (SINDJORS). Em reportagem da entidade, o presidente Milton Simas declarou: “Infelizmente, não é um caso isolado. Esperamos que a polícia investigue e puna os agressores. E, sobretudo, que jornalistas não sejam mais alvo da intolerância crescente em nossa sociedade”. A reportagem completa está no link: https://www.jornalistas-rs.org.br/index.php/item/9…
Após a publicação das agressões, centenas de pessoas já se manifestaram em relação ao ataque dos taxistas. Contudo, a Associação dos Taxistas de Novo Hamburgo não enviou qualquer comunicado oficial até o momento. Está em silêncio. Somente um taxista de Ivoti enviou e-mail em relação às agressões de 20 a 30 taxistas contra um jornalista.
“Vi sua reportagem sobre a agressão que sofreu pela manhã por bandidos disfarçados de taxistas, através disso, venho aqui em nome dos bons e verdadeiros taxistas, lhe dizer que nos sentimos envergonhados com a atitude de alguns “colegas”, e em nome dos mesmos quero lhe pedir desculpas. Pois não concordamos com esse tipo de atitude. Porém os bons pagam pelos ruins, e infelizmente isso acaba de alguma forma desvalorizando nosso trabalho. No entanto acredito que a concorrência tem que ser leal, garantindo o sucesso com o serviço prestado, e não com difamações, agressões físicas e ofensas a jornalistas que estão querendo dar apoio na resolução dessa “guerra”, e nem aos próprios motoristas de Uber, lembrando que isso vale para ambas as partes, tanto aos taxistas quando aos Ubers. Deve haver respeito!”
O Portal Martin Behrend publica a seguir alguns vídeos que ajudam a entender a dimensão da covardia e as agressões dos taxistas. Eram cerca de 50 reunidos, sendo que a reportagem do Portal foi até o local exatamente para divulgar e amplificar a manifestação do grupo a pedidos de um integrante da categoria. Os vídeos não são melhores pois não houve qualquer possibilidade de diálogo com os agressores.

























