Que venha o ano novo, um bom ano!

Caros leitores!

Nessa
época de incertezas, medos e desafios, todos nós temos uma missão.
Transformarmos o mundo, e nós mesmos em algo melhor, evoluído e mais
humano.

Creio que as pestes têm, em toda a sua tragédia, uma mensagem
que, por vezes, não conseguimos entender: a de que somos todos humanos, e
que hoje estamos aqui, mas, amanhã, talvez não.

E justamente em épocas
como essa temos de aprender a ajudar o próximo, ajudar a nós mesmos, e
prestar atenção em tudo o que acontece.

Então, caros leitores, minha
dica para o próximo ano é: sejam mais pacientes, abram bem seus olhos e
ouvidos, e leiam o que está escrito, e escutem o que é dito.

Parece que
ser dispersivo, ou até mesmo desligado, é a nova onda do momento.
Esquecemos que ignorando o que vemos ou ouvimos, as questões deixam,
mesmo que momentaneamente, de existir.

Então, nesta virada de ano,
sugiro que todo mundo tome um belo porre de calma, se farte de atenção,
para que possamos, todos unidos, vencer não somente os vírus que assolam
nossa saúde, mas também o vírus da indiferença e da individualidade
exacerbada.

Se depois de tudo que a peste causou, ainda não aprendemos a
sermos mais humanos, o que nos restará? A vida é tão frágil e efêmera,
e só faz sentido se tivermos lembranças e vivências.

Que façamos isso,
que sejamos mais humanos, modestos, atenciosos e, assim, quem sabe, possamos fazer deste mundo um lugar bem melhor para viver!

Desejo um
feliz 2022 a todos!

Ilustro este artigo com algumas imagens dos países
considerados os mais felizes do mundo – que nos mantenhamos sempre no ranking, e sempre em ascensão!

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