Faz
uma semana que acabou a participação brasileira em Roland Garros, mas ainda
estamos empolgados e muito satisfeitos com o que nossos tenistas apresentaram
ao país e, principalmente, ao mundo.
Os
desempenhos de Thiago Wild e Bia Haddad Maia foram feitos gigantescos, de se
colocar numa prateleira e exibir em todas as escolinhas de tênis Brasil afora.
“Ah,
mas o título não veio”, alguém pode dizer. Sim, não veio, mas nem sempre o
título é a única glória que fica de uma competição.
Chegar
onde a Bia chegou, e ser parada somente pela tenista que hoje praticamente
ninguém para no mundo, já mostra a grandeza do que foi a campanha da nossa
canhotinha.
Somado a isso, ela iniciou essa semana com uma inédita posição de número 10 no
ranking da WTA, algo que crava Bia na história do tênis do Brasil para sempre.
E
o Wild: que campanha magnifica e que jogo leve que apresentou em suas partidas.
A derrota para o japonês até fica dentro do esperado, uma vez que ter saído do
quali e vencido Medvedev e outros tenistas top 100 já mostra que seu desempenho
foi fantástico.
Mas,
e o futuro? É nisso que temos que pensar, é isso que temos que apoiar.
Não pode
ficar em Roland Garros. Não pode parar em Bia e Wild. O tênis do Brasil pode e
merece mais, e é isso que queremos em Wimbledon e US Open que vem por aí, ainda
em 2023, e também nos próximos Roland Garros, Australian Open, Masters 1000 e todos
os demais torneios.
O Brasil pode e o Brasil merece ter tenistas top 10 da WTA
e da ATP. É um caminho árduo, mas com a perspicácia e o talento brasileiro nós
vamos chegar lá.
Viva
o tênis do Brasil.

























