Neste último
dia 8 aconteceu o badalado Dia Internacional da Mulher!
Mas dia pra
quê? Pelo menos para agrado dos CDLs, pois parece que estas datas existem mais
para um mexe-mexe econômico-cultural. Está bem, neste caso é claro que o evento
em foco é emoldurado com festas escolares, almoços com avós e outros que tais
concernentes a ocasião.
Porque a
mulher por si só não precisa ter seu dia especial para ser reconhecida ou reverenciada. Observa-se a sua presença cada
vez mais marcante e definitiva em todos os setores da atividade humana. Elas
estão em tudo e por toda parte, marcando esta presença com uma enorme
capacidade e firmeza de ações, aliás, melhor ainda, firmeza de conduta. E
quando elas disputam um posto de trabalho com um homem geralmente tem a
preferência do cargo e logo confirmam o acerto da escolha. E isto está
acontecendo em todas as profissões, em todas as carreiras além daquelas
tradicionalmente pertinentes ao sexo feminino, dos seus domínios domésticos.
Este deve
ser o tal “empoderamento” da mulher, a grande mudança que elas estão trazendo
para o mundo masculinizado, as suas relações como afeição, sensibilidade e
delicadeza, que é o que o mundo está precisando urgentemente, quer dizer, mais
amor. E isto tudo sem perder a firmeza de opiniões nem a estrita linha de
conduta, característica do comando feminino.
As coisas no
mundo perderam a geografia, a violência não tem mais fronteiras, o mundo está
muito masculino, precisa de mais afeto, carinho nas suas relações. E parece que
está ficando demonstrado que é onde tem mulheres em posição de mando é que
lentamente vai se viabilizando esta demanda (claro que a Dilma não vale).
As mulheres,
comandam tudo com sua maneira objetiva de fazer as coisas, tudo com jeito,
educação e delicadeza, mas com muito discernimento e determinação, aliás como
já dizia Ernesto Che Guevara, “endurecidas sin perder la ternura jamás!”.
Portanto,
dispensável o Dia Internacional da Mulher. Se todos os dias já eram delas por
assumirem o lar, muito mais dias serão delas quando assumirem o mundo.
