Gasolina e etanol seguem nas alturas no RS. E mentores do Tarifaço querem se reeleger…

Durante a greve dos caminhoneiros, em maio deste ano, os
gaúchos foram lembrados que pagam muito caro pelo litro da gasolina e do etanol
em razão da quantidade de impostos que os governos aplicam em cima dos combustíveis.

No caso do Rio Grande do Sul, o Estado está entre aqueles
que cobram as maiores alíquotas de ICMS sobre o preço da gasolina e do
etanol.

O Rio Grande do Sul está entre os estados com a maior
alíquota de ICMS para o etanol (30%) e para a gasolina (30%).
Esse patamar foi atingido no início de 2016, quando entrou em vigor o Tarifaço
do Sartori, que elevou a alíquota do ICMS de 25% para 30%.

O Portal Martin Behrend lembrou, recentemente, quais
deputados votaram a favor do Tarifaço: http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i…

Os grandes mentores do Tarifaço – que faz com que os gaúchos
paguem preços assustadores no combustível – foram o governador José Ivo Sartori
(MDB), e o ex-secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes (MDB), que deixou o
cargo para assumir seu posto como deputado federal.

Sartori poderia ter reduzido a alíquota do ICMS. Ele tem a
caneta pra isso. Mas preferiu empurrar a conta pra sociedade gaúcha. Que sofre
com desemprego, falta de competitividade nas indústrias e o sufoco do custo de vida ter
elevado – muito em razão do aumento do ICMS.

Em 31 de dezembro de 2018, o Tarifaço do Sartori se encerra.
Se não for renovado, haverá “redução” de tributos – as alíquotas aplicadas voltam
ao patamar de 2015. Com isso, a vida dos gaúchos deverá ficar um pouco menos
sofrida, até porque os combustíveis e outros produtos e serviços vão ter menor
carga tributária.

Ah, pra você que paga gasolina e etanol com preço lá em
cima, muito em razão do Tarifaço, vai um lembrete: Sartori e Feltes serão
candidatos e querem se reeleger. É só uma informação pra quem não gosta de ser
enganado e pagar uma conta que não é sua.

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