Ao saudá-los neste primeiro texto, escrevo sobre um assunto
que, na minha visão, precisa ser amplamente explorado: o esporte tem vida e não
se resume ao futebol. Muito antes de iniciar minha vida acadêmica, já tinha
decidido por cursar jornalismo e me dedicar a área esportiva. Não pelo simples
fato que era (e sou) um apaixonado por futebol, mas sim porque o esporte
existe, e com muita força, em outras modalidades. Vôlei, basquete, tênis,
handebol, ginástica, natação, atletismo, enfim, uma quantidade quase incontável
de modalidades. Faça uma reflexão e veja quantas pessoas se dedicam a essas
modalidades e não tem o mesmo glamour que um futebolista. O esporte, assim como
a educação e a cultura, é ferramenta de transformação na sociedade, independente
de qualquer modalidade e isso precisa ser valorizado pela coletividade.
Escrevi essa pequena reflexão para destacar que, neste
espaço de opinião e informação, você não lerá apenas sobre a bola que rola nos
gramados, mas sim sobre a bola que sobe e desce nas quadras, sobre a touca de
natação, sobre a raquete de tênis, a rede de vôlei, a trave da ginástica e
muitos outros elementos fundamentais que representam a força do esporte em
todas as suas modalidades. Defendo uma valorização uniforme de todas as ramificações
esportivas, com espaço aberto na mídia, investimentos dignos e justos de
patrocinadores. Só assim, teremos um apelo maior do público. Isso deve começar
nas cidades, passar pelos estados e unir o país. Precisamos valorizar e ampliar
a divulgação sobre a Talitha Haas, Cesar Ramos, André Ghem, entre outros e
valorizá-los assim como Alisson e Marcelo Grohe recebem sua merecida
divulgação.
Futebol é sim esporte, está inserido no contexto, mas as
outras modalidades têm a mesma importância que definem o verdadeiro sentido da
palavra esporte. Deixo um grande abraço e convido para lerem aqui, sobre tênis,
vôlei, automobilismo e todas aquelas modalidades que estão presentes muito mais
perto de nossos olhos do que imaginamos.
























