Faltou espaço? Fez mudança? Tem pequeno estoque? The Box é opção prática com gestão de família hamburguense

Deixou de ser novidade. Já é uma realidade. O mercado de
autoarmazenamento, ou self-storage, começa a ganhar volume no Brasil.

Regulamentada no plano federal somente em 2013, a atividade
de aluguel de espaços privados (boxes) para armazenamento de objetos pessoais
ou de empresas cresce rapidamente e conquista usuários dos antigos
guarda-móveis.

Como polo econômico regional, Novo Hamburgo vem acolhendo
investimentos com esse perfil. E, num desses casos, a gestão é de família hamburguense.
O The Box, localizado na rua Euclides da Cunha, 485, no bairro Operário, tem
como sócios Fredy e Claude Elias, e uma das filhas do casal, Amanda Elias.

O empreendimento tem dois anos e, gradativamente, vem
conquistando novos clientes. A família está ligada ao setor calçadista, comandando
uma indústria responsável pela produção de bolsas. “Buscamos uma diversificação
nos negócios. Acreditamos no potencial de oportunidades em espaços como esses”,
explica Fredy.

O The Box traz características importantes, com diferenciais
em relação a outros espaços. “A nossa localização é vantajosa. Estamos perto do
Centro, mas numa região tranquila e de fácil acesso. Isso representa ganho de
tempo e agilidade”, aponta Amanda Elias. “Não há a necessidade de contrato de
longo tempo. Pode ser feito por um mês ou dois meses. Muitas vezes, as pessoas
têm situações temporárias, e com isso somos uma alternativa importante”,
salienta Fredy.

A The Box oferece boxes de 1m² a 8m². Existe uma chave
exclusiva, sendo que apenas o locatário tem acesso – a empresa não fica com
cópia. “A segurança é outro ponto importante. O espaço é monitorado por dez
câmeras de vigilância”, informa Fredy. A movimentação ocorre em horário comercial, de segunda-feira a sexta-feira. Horários excepcionais podem ser combinados antecipadamente.

Dentro dos boxes, só não entram produtos perecíveis,
inflamáveis ou de algum risco diferenciado. Caixas, documentos, bicicletas,
pranchas, móveis, pequenos estoques, objetos de decoração são alguns dos itens
que podem ser guardados. “Nos boxes maiores, é possível estruturar prateleiras
para aumentar aproveitamento”, indica Amanda Elias.

Os contatos podem ser feitos pelo telefone (51) 99946.3020,
pelo e-mail comercial@armazemthebox.com.br
ou pelo Facebook www.facebook.com/armazemthebox
. CONFIRA MAIS FOTOS NO FINAL DA REPORTAGEM.

HISTÓRICO SELF-STORAGE

O conceito de self-storage surgiu nos Estados Unidos em
1889, em terrenos da zona rural das grandes cidades como forma de aumentar a
renda de camponeses americanos. Eles ofereciam pequenas garagens para
armazenamento de móveis e objetos. A partir de 1960, a prática de
autoarmazenamento começou a se popularizar e chegou às grandes cidades. Nessa
época, os imóveis ficaram cada vez menores, além de mais caros, e a necessidade
de um espaço para guardar os pertences com segurança e qualidade aumentou.

A partir daí, o self-storage se tornou popular no Canadá,
Austrália e vários países da Europa. Em 2014, o setor movimentou US$ 24 bilhões
no mercado americano. Em 1996, a tendência chegou ao Brasil, puxada pela
redução dos espaços nas residências. Atualmente, estima-se que existam 300
prédios utilizados para self-storage, numa área total de 300 mil metros
quadrados destinados a esse tipo de negócio. Nos EUA, os números são
gigantescos: 60 mil prédios destinados à locação de espaços individuais. Fonte:
Correio Braziliense

Sair da versão mobile