Ele foi e sempre será uma referência.
Ruy Carlos Ostermann foi e é um ídolo do Jornalismo e da comunicação.
Nesta sexta-feira (27), aos 90 anos, faleceu o professor – como era carinhosamente e justificadamente chamado.
Ele estava internado no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, quando um quadro de pneumonia se agravou.
Natural de São Leopoldo, ele deixa os filhos Cristiane, Fernanda e Felipe, e cinco netos.
O velório será realizado, neste sábado (28), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Entre tantas atividades, ele foi deputado estadual por dois mandatos.
Nas redes sociais, colegas, veículos de comunicação, clubes de futebol – como Grêmio e Inter -, leitores, ouvintes e tantas pessoas estão prestando homenagens.
COPA DO MUNDO
Ruy sempre foi um ídolo. Na minha formatura de Jornalismo na Unisinos, por poucos votos ele não foi o paraninfo. Ficou em segundo lugar. Queria muito ter tido a presença dele, mas prevaleceu a democracia do voto. Fiquei frustrado, mas algo de melhor estava reservado.
Em 2006, realizai a cobertura da minha primeira Copa do Mundo. Foi na Alemanha – depois, ainda cobri África do Sul, em 2010, e Brasil, em 2014. E, na Alemanha, pude privar de alguns momentos com o professor. Um Behrend e um Ostermann na Alemanha – perfeito!
Convidei ele para assinar uma edição comemorativa da Revista Expansão – onde eu trabalhava – que reuniu dezenas de autógrafos de jornalistas e ídolos do futebol. Um documento para a história da revista com o autógrafo do professor.
Recentemente, minha mãe comprou a biografia de Ostermann, lançada em 2024 e escrita por Carlos Guimarães. Estou quase no final. Será ainda mais emocionante concluir a leitura.
Foi professor, radialista, jornalista, deputado, político, escritor. Revolucionou o comentário no jornalismo esportivo. Fez história na Rádio Guaíba e na Rádio Gaúcha – grande comandante do Sala de Redação.
Descanse em paz, professor. Foi uma honra!
























