Você
que acompanha esporte, ou até mesmo quem não se importa com eventos esportivos,
já ouviu falar em Roger Federer.
Infelizmente, a carreira vitoriosa desse multicampeão
encerrou no mês de setembro. E o legado dele será eterno.
A
despedida foi em um torneio de exibição e contou com a participação de dois de
seus maiores rivais, que também são considerados os grandes tenistas das últimas
décadas no esporte: Rafael Nadal e Novak Djokovic.
Ao lado de Djoko e Nadal,
eles formaram o “Big 3”, que por algum tempo chegou a ser chamado de “Big 4” no
auge da carreira de Andy Murray. Mas vamos ficar nos três, que para mim resumem
o que há de melhor no tênis mundial: Federer, sem dúvida, o mais talentoso;
Nadal, sem dúvida, o mais físico e de grande técnica; e Djokovic o mais
completo.
Ver os três juntos na despedida de Federer foi emocionante e jamais
será esquecido.
Os
recordes de Federer vão muito além de títulos e precisaríamos de várias laudas
para enumerá-los, mas é preciso resumir a carreira de Federer em apenas uma
palavra: gênio.
Não
tive o prazer de acompanhar toda a carreira desse mito, mas sim, por muitos
anos presenciei esse talento único em quadra.
Federer,
em quadra, mostrava um talento estupendo, praticando jogadas consideradas
impossíveis. Seu domínio em quadras de grama era absurdo, tanto que é o recordista
de títulos em Wimbledon, o mais importante torneio do mundo nesse tipo de
quadra.
Federer
jogou 1.526 partidas profissionais, das quais venceu 1.251 e perdeu 275. O
suíço nunca abandonou uma partida por qualquer razão. Foram mais de 100
títulos, o segundo maior vencedor da história.
Como
escrevi antes, teríamos muitos outras recordes do suíço para enumerar por aqui,
mas quero que você, leitor, lembre-se sempre que Roger Federer estará para sempre
no hall da fama do tênis e do esporte mundial.
Você
que acompanha o esporte deve se sentir um privilegiado, afinal de contas, você
presenciou o sucesso do menino da Basileia, você assistiu a um mito em quadra,
você viu Roger Federer em ação.
