O avanço da vacinação contra a Covid-19 vem enfraquecendo a pandemia de coronavírus – no Brasil e no mundo. Em países onde mais de 50% das pessoas já se vacinaram, muitas rotinas foram normalizadas.
No Brasil, infelizmente, ficamos pra trás. Mas de junho pra cá, a vacinação acelerou. Os números estão aí: queda permanente nos casos de contaminações e recuo expressivo nos óbitos.
No Rio Grande do Sul, nesta seguna-feira (26), mais de 1.100 leitos estão disponíveis nos hospitais gaúchos – longe do caos de março e abril deste ano, quando a ocupação chegou a 114%.
É a vacinação que está derrubando a pandemia. Vacina! Vacina! Vacina! A vacina não é a cura. A vacinação é uma grande proteção. A vacina impede uma atuação mais forte do vírus. A vacina erradicou várias doenças crônicas no país.
É a vacina – seja de qual for o laboratório.
E por que estou insistindo tanto na vacina?
Conheço muitos cristãos – amigos, conhecidos, leitores, ouvintes – que não estão se vacinando. Eles não percebem que é a vacina que vai proteger a pessoa e seus familiares. É a vacina que está permitindo a retomada das atividades econômicas e a geração de empregos.
E o argumento dos que não se vacinam, invariavelmente, é o mesmo: “Está nas mãos de Deus. Ele vai me proteger”.
Tristemente, conheço cristãos que acreditaram piamente nisto – e faleceram. Tinham como se vacinar – e ignoraram os avisos e os chamamentos divinos.
Deus está dando sinais claros de como enfrentar a pandemia. Médicos, ciência, vacinas, seringas, pesquisas – estes são sinais de ferramentas para a proteção.
ENCHENTE
Esta negação de cristãos em relação à vacina me fez recordar uma passagem bastante conhecida envolvendo um cristão numa enchente. Reproduzo aqui:
“Certa vez houve uma enchente que arrasou toda uma cidade. O nível da água subira tanto que os moradores começaram a abandonar suas casas, utilizando botes e canoas para isso.
Um homem cristão, que dizia acreditar muito em Deus, subiu no telhado de sua casa e ficou lá, esperando a enchente acabar. Enquanto ele esperava, passaram um vizinhos numa canoa que lhe disseram:
– Vamos, depressa, venha conosco, se não você vai morrer!
E ele respondeu:
– Não! Deus me salvará!
O nível da água subiu mais um pouco, alcançou a altura do telhado em que estava o homem.
Eis que passou uma outra canoa em que muitas pessoas gritavam:
– Venha rápido! Você vai morrer!
E novamente o cristão respondeu:
– Não! Deus me salvará!
A água já estava cobrindo o telhado quando passou um helicóptero que tentava resgatar vítimas.
O helicóptero ficou parado sobre a casa e uma corda foi lançada para resgatar o homem. Alguém no helicóptero gritou:
– Rápido! Segure a corda para que possamos salvá-lo!
Mas novamente o homem respondeu:
– Não! Deus me salvará!
Por fim, o cristão morreu afogado, levado pelas águas da enchente. E foi para o Céu.
Ao chegar no Céu, ele se encontrou com Deus e disse:
– Oh! Deus, eu acreditava tanto em Você! Por que Você não me salvou?
E Deus respondeu:
– O quê? Você nem imagina como foi difícil arrumar duas canoas e um helicóptero para tentar salvar você…
Como na história, inúmeras ‘canoas’ passam por nós, tentando ‘salvar-nos’. Ou porque não as percebemos, ou porque esperamos que a solução de nossos problemas venha por outros caminhos, acabamos perdendo-as, e com elas se vão nossas chances de dias melhores…”
Cristão, te vacina! Os sinais estão aí!
Ah, isso vale também pra judeus, muçulmanos, ateus e por aí vai! Vacina!
PS: Sou cristão. Recebi a primeira dose e estou na expectativa da segunda dose. Os sinais estão ai”

























