Comprovado: a CBF só pensa em resultados… financeiros!

O
futebol segue sendo uma das paixões do tão sofrido povo brasileiro. A seleção brasileira segue garantindo a alegria de seu povo, principalmente depois que o
gaúcho Tite assumiu o comando da equipe e devolveu a essência do futebol aos
canarinhos. Apesar de, dentro de campo, a seleção encantar com Neymar Jr.,
Gabriel Jesus, Phillipe Coutinho e companhia, na área administrativa o
turbilhão de problemas e corrupção cada vez assusta mais aos brasileiros.

A
despedida da seleção nas Eliminatórias para a Copa da Rússia com goleada de 3 a 0 sobre a seleção do
Chile, jogando no Allianz Parque, em São Paulo, parece que ficou diminuída perto da
renda da partida. O jogo registrou a maior renda da história do futebol
brasileiro: R$ 15.118.391,02 para um público de 41.008 presentes. Em uma conta básica, a
média do valor do ingresso superou os R$ 368,00.

Importante
ressaltar que ninguém foi obrigado a pagar esse valor, mas chama a atenção como
os cartolas que “comandam” o futebol brasileiro são sedentos por arrecadação em
grande escala. Poderia se ter pensado em uma despedida com grande festa, com
preços populares, promoção aos mais carentes, mas não, preferiram elitizar o
público do estádio. Vale ressaltar novamente que todos que pagaram o ingresso
estavam no seu direito, mas é impossível acreditar que um pai de família,
fanático pela seleção de seu país, não tenha vontade de assistir no estádio a
equipe desfilando o futebol. Porém, como ele vai levar seu filho pequeno e
desembolsar mais da metade de um salário mínimo para isso.

Os
valores do esporte, principalmente no futebol, estão invertidos. Ingressos
caros, salários milionários, disputas com cifras exorbitantes por transmissões
televisivas. Tudo isso parece diminuir o caráter competitivo do esporte, criado
como mais uma forma de lazer para as comunidades ao redor do mundo.

Voltando

ao tema CBF e seus cartolas, não poderíamos esperar nada de uma diretoria recheada

de problemas, investigada até o pescoço. Urge a necessidade de renovar a moral

do futebol, de pensar no povo e fazer o futebol para o povo, sem buscar o

benefício pessoal e o enrequecimento dos dirigentes

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