A campanha para a eleição de 7 de outubro começou!
Sem a possibilidade de doações por parte de empresas, muitos candidatos estão tendo de ralar para buscar alguns apoios a fim de ajudar nos custos com materiais, publicidade, equipe de apoio, etc.
Em conversas informais, fiquei sabendo de dois episódios no Vale do Sinos que confirmam que nem todo mundo é massa de manobra ou está satisfeito com a postura de candidatos.
1) Um eleitor/amigo de candidato a deputado estadual do Vale do Sinos envia material de campanha por rede social. Divulgação forte entre seus conhecidos. Um deles, que está um tanto decepcionado com a politica, envia a seguinte resposta: “Teu candidato pediu voto para vereador. Agora, quer largar mandato na metade para ser deputado. Isso não tem compromisso com a própria palavra. Imagina, se eleito deputado, o que não vai fazer…”
2) Um deputado federal com base no Vale do Sinos visita empresário de Novo Hamburgo. Vai lá pedir doações para campanha. O empresário recebe o deputado tendo nas mãos reportagem destacando que o parlamentar, em Brasília, não abriu mão de regalias, usou dezenas de CCs, gastou milhares de reais em passagens, etc. Ou seja, se lambuzou de regalias legais. Ao mesmo tempo, o empresário relata todas dificuldades financeiras que a população está tendo, precisado demitir, cortar gastos, reduzir despesas, etc. Além disso, o empresário informou que, neste ano, iria usar o recurso de doações para entidades beneficentes. O deputado pouco falou. Terminou de tomar o cafezinho e foi embora.
