Foi em dezembro de 2011 que o ex-prefeito de Novo Hamburgo e
atual deputado estadual, Tarcísio Zimmermann (PT), assinou o convênio com o
governo do Estado para permitir a tão sonhada duplicação de quase um quilômetro da rua Rincão, que
divide Novo Hamburgo e Estância Velha. O valor anunciado foi de R$
1.365.705,45.
No dia 17 de maio de 2012 ocorreu a assinatura da ordem de
início de obras da duplicação da rua Rincão. Zimmermann chegou a anunciar que
as obras iriam começar e parar somente quando estivessem concluídas.
A obra até começou e avançou. Mas lá pelas tantos parou. E empacou. É que alguns moradores da Rincão que
tiveram terrenos desapropriados ingressaram na Justiça. Eles contestaram valores
pagos pela desapropriação. Com isso, apenas parte da duplicação ocorreu. Em setembro de
2012, a Prefeitura anunciava que “as obras têm previsão de término para maio de
2013.” Estamos em janeiro de 2018.
Os motoristas seguem circulando no trecho parte em pista simples,
parte em trecho duplicado. É uma confusão. Tarcísio terminou seu mandado na Prefeitura,
Luis Lauermann (PT) ficou por quatro anos, Fátima Daudt completou seu primeiro
ano de governo. E nada do restante da duplicação avançar.
Em junho do ano passado, o Portal Martin Behrend atualizou
esta demanda, Interrompida desde janeiro de 2014, a obra que deveria duplicar
um trecho de 800 metros foi paralisada com cerca de 70% de conclusão. A matéria está no link http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i…
Ao completar quatro anos de paralisação da obra, o Portal Martin
Behrend foi em busca de informações. A Prefeitura enviou um comunicado com uma
novidade que deve se concretizar em 2018.
“A Prefeitura de Novo Hamburgo já iniciou as negociações
para indenizar os proprietários dos imóveis. Após os possíveis acordos, será
dado o encaminhamento jurídico e aberto os prazos para as licitações visando a
realização da obra.”
Então, segue a expecttiva. Foram anos de espera pra se ter uma
prioridade na duplicação. Finalmente, o contrato foi assinado em 2011. Obras
iniciadas em 2012. Movimentação paralisada em 2014. E, em 2018, uma antiga
reivindicação da comunidade da região pode começar a ser finalizada. Quem sabe,
para 2019. Depois perguntam os motivos de o Brasil não avançar mais
rapidamente. É tudo muito lento, burocrático, enrolado e desgastante.
