Vários jornalistas foram agredidos, censurados e impedidos
de trabalhar, nesta semana, durante a cobertura da prisão do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. Foram registradas agressões em São Bernardo do Campo e São Paulo, por simpatizantes de Lula, contra
trabalhadores do SBT, Estadão, Correio Braziliense, Rede Globo, TV Band,
BandNews, Rede TV, rádio Jovem Pan e rádio CBN.
Ocorreram agressões físicas e verbais, equipamentos foram
quebrados e jornalistas foram expulsos de locais de cobertura por militantes da
esquerda. Transmissões foram interrompidas. A Constituição foi desrespeitada –
a liberdade de imprensa foi atacada pelos fãs de Lula.
Num desses ataques, o fotógrafo Nilton Fukuda, da agência de notícias Estadão Conteúdo, foi atingido por ovos. O registro fotográfico foi feito por Denis Maciel, do Diário do Grande ABC – confira registro da matéria aqui: http://www.dgabc.com.br/Noticia/2876341/manifestantes-atacam-jornalistas-em-sao-bernardo#
Além da tensão normal de uma cobertura com esse perfil, os
ataques aos trabalhadores da imprensa foram turbinados por constantes ataques
do ex-presidente à imprensa. Há algum tempo, o líder petista acusa e infla os ânimos de seus
seguidores contra os trabalhadores da comunicação. No seu discurso antes de ser
preso, Lula voltou a atacar veículos de comunicação de todo Brasil. E quem paga
por tanta irresponsabilidade é o jornalista, que busca apenas exercer o seu
trabalho.
No mesmo nível de covardia do ex-presidente, expondo os
trabalhadores da comunicação à hostilidade da massa da manobra, o Sindicato dos
Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo divulgou nota oficial
repudiando as agressões. A nota começa bem, mas o sindicato, que deveria
priorizar a defesa dos seus representados, escancara sua parcialidade e, mais
do que isso, afronta o Estado Democrático de Direito. Além disso, condiciona o
fim das agressões à liberdade de Lula. É inacreditável. Confira o tem 6 da nota:
6
– Para impedir que casos de agressão e tentativas de censura se repitam é
preciso que se retome a democracia, o que só será possível com Lula livre
e com a garantia de o povo brasileiro poder votar legitimamente nas eleições de
2018.
A
nota completa pode ser conferida aqui: http://www.sjsp.org.br/noticias/repudio-as-agresso…
O
editor do Portal Martin Behrend já sofreu com práticas fascistas de governo
liderado por PT-PCdoB e PDT. Censura e discriminação – práticas recorrentes no
nazismo e fascimo – foram exercidas recentemente em Novo Hamburgo. Felizmente,
a Câmara de Vereadores e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio
Grande do Sul repudiaram a censura e a discriminação do governo do ex-prefeito Luis Lauermann
(PT) – confira os registros nos links: http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i… e http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i… .
Jornalistas nada mais são do que trabalhadores da
informação. Recebem salários, têm contas a pagar e família para sustentar. Só
que estão na linha de frente, narrando fatos, reportando acontecimentos,
registrando a história. Agredir um jornalista é agredir a sociedade, que ficará
privada de receber notícias e informações. Como citado anteriormente, dois
regimes que trataram de calar os jornalistas foram o nazismo e o fascismo – em qualquer
livro de História imparcial isso está registrado.
Cabe ainda ressaltar que, neste 7 de abril, foi Dia do Jornalista. A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio Grande do Sul (OAB/RS) fez alerta sobre a violência crescente contra os jornalistas brasileiros: http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i…
























