Excelente notícia para o ex-presidente da República, Luiz
Inácio Lula da Silva. Sua apelação na 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da
4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, será julgada em tempo recorde.
Em 24 de
janeiro de 2018, o tribunal julgará se a condenação aplicada pelo juiz Sérgio
Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro
será mantida ou revertida.
Mas por que excelente notícia para o petista? É que Lula vai
finalmente poder provar que ele é um dos brasileiros mais honestos da história.
Recordo duas frases do ex-presidente:
“Nem Moro, nem Dallagnol, nem a PF, nem a igreja católica,
nem a igreja evangélica, tem a honestidade que tenho.”
“Neste país não tem uma viva alma mais honesta do que
eu.”
Lula finalmente estará num julgamento sem a espada de Moro
sobre a cabeça. No TRF4, são outros juízes, outra realidade. Outras cabeças, outras sentenças. E, com esse tempo
recorde para o julgamento – nenhuma das outras 23 apelações da Operação
Lava-Jato já julgadas por esse tribunal tramitou tão rápida – o ex-presidente
poderá ser inocentado de todas as acusações, derrubando dezenas de provas,
indícios e testemunhos. Ou seja, em 25 de janeiro de 2018 Lula poderá estar livre, leve e solto.
Aliás, com Lula inocentado, ele passa a ser o favorito para
vencer a eleição presidencial de outubro de 2018. Será que o TRF4 está querendo
acelerar esse processo para liberar Lula o quanto antes? Duvido, seria uma
acusação infundada. Não é isso, com certeza.
O fato é que Lula deve estar vibrando com esta notícia.
Daqui a pouco mais de um mês, no TRF4, na capital dos gaúchos, ele poderá
provar ao Brasil e ao mundo aquilo que ele mesmo já proclamou: “Neste país
não tem uma viva alma mais honesta do que eu.” Quanto antes ocorrer esse julgamento, melhor para o petista mostrar que não é corrupto e nem está envolvido com lavagem de dinheiro.
Agora, se a condenação for mantida ou até ampliada…

























