Mais uma obra que aguardava na fila há anos está prestes a
virar realidade. Se não é a solução dos sonhos – como um viaduto, por exemplo –,
terá uma contribuição valiosa para garantir mais segurança e milhares de motoristas. Na manhã desta terça-feira, na Universidade, foi
assinado o edital convocando para licitação a fim de implantar uma rua lateral
próximo ao câmpus 2 da universidade. Com a criação desta via, o retorno próximo
do Teatro Feevale será fechado. No edital assinado pela direção da Empresa
Gaúcha de Rodovias (EGR), serão destinados R$ 1.519.706,40 para realização da
obra. Se o cronograma da burocracia transcorrer sem solavancos, as obras
poderão começar em março de 2017.
Com a rua lateral, os motoristas que deixarem a universidade ou
o Teatro Feevale no sentido Estância Velha-Sapiranga terão como opção acessar o
Viaduto Eduardo Colissi, que terá passagem liberada (mão inglesa) para quem
deseja voltar para a BR-116. É a mesma sistemática que existe no Viaduto Júlio
Redecker – viaduto da Scharlau – para motoristas que circulam no sentido
interior-capital e desejam retornar para Novo Hamburgo.
Prestigiaram a cerimônia o secretário estadual de Transportes,
Pedro Westphalen (PP), o diretor-presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias
(EGR), Nelson Lidio Nunes, o deputado estadual João Fischer, o Fixinha (PP), a
reitora da Feevale, Inajara Vargas Ramos, entre outras lideranças regionais e
da universidade. As autoridades confirmaram que haverá o fechamento do retorno
próximo ao Teatro Feevale, diferentemente do que havia sido informado ontem por
uma engenheira da EGR.
A reitora da Feevale celebrou este momento. “É uma demanda
antiga. Estávamos há oito anos pleiteando essa intervenção. É uma boa notícia
para o final do ano”, destacou Inajara Vargas Ramos. Em 2011, o então
secretário estadual Beto Albuquerque visitou o trecho que necessitava a obra e
praticamente confirmou o início das melhorias. Ficou na promessa. Foram necessários outros cinco anos de
espera para ver essa obra avançar. “Temos um pacote de investimentos para os
próximos meses no valor de R$ 18 milhões. Vamos seguir trabalhando para
melhorar a 239”, frisou Pedro Westphalen. É um raro sinal que o governo de José Ivo Sartori (PMDB) está respirando.
A seguir, as três etapas de desenvolvimento das obras.
PRIMEIRA ETAPA – Construção de rua lateral. Será criada
uma rua lateral no sentido Estância Velha-Sapiranga. Começará no retorno de
acesso à universidade e se prolongará praticamente até o Viaduto Eduardo
Colissi – Viaduto do bairro São José. Será uma rua “independente”, separada da
rodovia por canteiro central
SEGUNDA ETAPA – Implantação de faixa de retorno livre
sob o Viaduto Eduardo Colissi. Haverá um retorno para quem desejar voltar para
a BR-116, no sentido Sapiranga-Estância Velha.
TERCEIRA ETAPA – Aumento das áreas de acumulação de
veículos. Serão ampliados os refúgios/recuos para quem precisa cruzar a rodovia
a fim de um número maior de veículos ocupar esse espaço, liberando as duas
pistas principais da rodovia. Será fechado o retorno próximo do Teatro Feevale.

























