O Portal Martin Behrend participa da campanha eleitoral de Novo Hamburgo. Até a véspera da eleição municipal, em 2 de outubro, estará sendo publicado o espaço “É ISSO MESMO, CANDIDATO?!”. As questões estão sendo enviadas por e-mail, WhatsApp e/ou pelo Facebook do candidato ou de sua coordenação de campanha. A resposta deve ser enviada em até 48 horas (dois dias) para o Portal Martin Behrend. A comunidade também pode enviar sugestões de pauta, que serão avaliadas pelo Portal Martin Behrend. O e-mail é [email protected].
A pergunta é para a candidata à Prefeitura de Novo Hamburgo Fatima Daudt (PSDB):
Na sua campanha, tem se falado muito em
gestão, novo jeito de comandar a cidade e mudanças. Mas a palavra gestão é
repetida diversas vezes sem que as pessoas saibam exatamente do que se trata.
Quando fala em gestão parece que tudo vai se resolver a partir dessa situação.
Essa proposta de gestão para comandar a Prefeitura existe e quais ferramentas
serão colocadas em prática, ou essa gestão tão difundida é apenas um conceito
integrante de uma peça de ficção? É ISSO MESMO, CANDIDATA?!
“Não
é uma peça de ficção. Gestão é muito importante para uma cidade e é o que falta
no momento em Novo Hamburgo. Mas, afinal, o que tem a ver Gestão Estratégica de
Cidades (minha especialização) e administrar com gestão? Digo que é poder
utilizar de práticas novas no setor público, algumas importadas do setor
privado e outras desenvolvidas nas últimas décadas, administrando, assim, com
excelência os recursos públicos, desenvolvendo também as potencialidades do
município e tornando a cidade mais eficiente e agradável ao cidadão. Como se
faz essa administração? Algumas coisas são fundamentais para que aconteça esse
processo. Primeiro: mapeando todas as receitas e despesas que possui a
prefeitura a curto, médio e longo prazo. Isso faz com que tenhamos a situação
real das finanças do município e o que temos de recursos para investir. Segundo: usando a ferramenta de indicadores. Nada que não é medido pode ter
suas distorções corrigidas ou até ser exaltado como uma boa prática.
Outra
ferramenta que pretendemos usar é o PDCA, que consiste em planejar, executar,
verificar e corrigir eventuais falhas. Essa ferramenta bem aplicada auxilia,
por exemplo, para o acompanhamento completo de um (a) projeto/obra e que nada
fique inacabado ou perca prazos. Tomadas de decisão, enfrentamento de
problemas, equipes qualificadas e comprometidas também fazem parte do processo.
Por fim, a valorização do funcionário público e a priorização das pessoas
certas nos lugares certos. Isso faz com que o conhecimento dos colaboradores
seja colocado de forma efetiva em prol da comunidade.
Essa
foi uma explanação sucinta do que pretendemos fazer. Logicamente que
administrar uma cidade é muito mais complexo do que o exposto acima. Com
certeza, outras ferramentas de administração serão usadas para apontar caminhos
de forma a melhorar a qualidade de vida da população. Também será necessário
vontade e diálogo político. No entanto, essas ferramentas não substituem algo
fundamental para quem quer ser prefeita: focar todas as ações no bem comum, em
detrimento de interesses pessoais, políticos ou partidários.

























