Mais de 4,5 milhões de pessoas seguem o perfil da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), no Twitter. A conta é @Dilmabr. Já o grupo de pessoas que a primeira presidente da história do pais segue é bem mais seletiva. São apenas 350 pessoas ou contas. No grupo estão Papa Francisco, Barack, Obama, Hillary Clinton, François Hollande, David Cameron, Nicolás Maduro, Cristina Kirchner, Geraldo Alckmin, Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Michel Temer, MV Bill e… eu. Há alguns anos, passei a ser seguido pela presidente no Twitter.
Nunca entendi o motivo de receber honrosa distinção, mas sempre admirei a presidente da República por essa situação. Sou um contumaz crítico do governo federal, faço vigilância cerrada sobre alguns movimentos da presidente, aponto problemas quase diariamente, mas jamais a presidente deixou de me seguir. Mulher de fibra.
É fato notório, também, que sei reconhecer. Foi no caso, por exemplo, do tombamento da Fundação Scheffel e de Hamburgo Velho como patrimônio histórico do Brasil. Essa atitude da presidente foi emocionante e registrada com entusiasmo no blog: http://www.martinbehrend.com.br/home/noticia.php?id=692 e http://www.martinbehrend.com.br/home/noticia.php?id=700. Enfim, Jornalismo independente com críticas e elogios.
Agora, Dilma Rousseff pode sofrer impeachment. Pode, não, deve! É muita corrupção para um só governo. Quem deve assumir – isso se não for cassado antes – é o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Ele ainda não me segue no Twitter. Será que ele vai aguentar o tranco da minha conta? Estou de olho. A Dilma tá segurando bem.
























