DE NOVO HAMBURGO PARA AUCKLAND
Convidada: Noila Souza, 42 anos
De Novo Hamburgo (nasceu em Palmeira das Missões). Reside em Auckland, na Nova Zelândia
Filha de Helio Ignácio de Souza e Noemi Santos
de Souza
Estudos
Colégio Estadual Vila Becker | Publicidade e Propaganda, na Universidade Feevale |
Quando foi morar no exterior? Como surgiu a oportunidade?
Para fazer um intercâmbio e
sair da “rotina do Brasil”. Eu escolhi a oportunidade.
Qual o primeiro destino e onde reside?
Auckland, na Nova Zelândia.
Qual sua atividade atual?
Artista.
Com quem vive?
Sozinha.

Qual local sente saudades de frequentar na cidade/região?
A
casa dos pais e amigos (família).
Qual restaurante/comida/espaço gastronômico da região que
sente falta?
Comida Italiana da Serra gaúcha (especialmente) e um pastel das Bancas sinto falta (às vezes).
Tem algum hábito/costume/rotina que levou da região para o
exterior?
Não tenho rotina e não gosto de rotina. Então, acredito que não tenho
nenhum costume ou hábito. Vou me adaptando com os lugares.


Pensa em voltar para morar na região?
Sinceramente, não
penso.
Mas se tem algo que a gente não sabe e nem nunca vai saber é do futuro. É como o nosso ditado popular: “Nunca digo desta água não bebo” – no meu caso, nunca digo
deste vinho não bebo, porque temos vinhos bons por aí.
Qual atrativo ou destaque da cidade/região onde
mora?
Atrativo tem aos montes quando se fala em coisas para fazer.
Eu moro em
Auckland. Se for um lugar, acredito que seja a Skytower (é uma referência, tipo cartão-postal, mas para mim é só um prédio bem alto).
O atrativo mesmo é todo o mix de cultura de vários países, a cultura Maori da região, que é muito respeitada, e todos os cantos lindos que a Nova Zelândia tem… tudinho!

Qual ensinamento/lição/prática que tem na sua atual cidade e
que gostaria de ver sendo aplicada na cidade onde viveu no Brasil?
Educação e respeito com o próximo, principalmente nos
setores públicos: polícia, hospitais e a segurança de uma qualidade de vida.
Policiais, aqui, realmente respeitam e são respeitados em todos os sentidos.
Educação com biblioteca pública por todos os lugares e
livros disponibilizados gratuitos em comunidades menores. Uma espécie de “troca
de experiências”.


























