A pequena empresa é o palco de diversas cenas do que só a
economia brasileira é capaz de causar.
Esse organismo do mundo empresarial
protagoniza diversos formatos e perfis, sendo muitas vezes a primeira ou última
chance de algum empregado recém demitido, a compra de um empreendedor
esperançoso ou mesmo uma única alternativa familiar para o sustento de vários
membros.
Como o Brasil é um país continental, são várias as
oportunidades para este tipo de negócio, no entanto o sucesso após 5 ou 10 anos
é inversamente proporcional às ideias inovadoras surgidas. Isso se deve ainda a
forma “amadora” como a estratégia e planejamento e realizado bem como às
“burocracias” em todas instâncias do mecanismo público para a operação oficial
destes negócios.
A força e importância destas organizações é muito pouco
valorizada ainda, pois estas organizações segundo o CAGED foram as que mais
criaram vagas no melhor outubro dos últimos anos com criação de 73.398 postos
com carteira assinada.
Ou seja, a possibilidade de criação de novos empregos é
muito maior nestas organizações que enfrentam hoje como uma das maiores
barreiras a dificuldade de olhar para si mesmo.
Além das políticas públicas e dinâmicas econômicas, as pequenas empresas
estas acabam sendo afetadas diretamente pela influência anímica.
Afinal, quem já não escutou um comerciante ou prestador de
serviço falar que está difícil o mercado? E todos tem completa razão porque o
impacto que recebemos dos números sempre impressionantes de desempregados,
gastos excessivos de dinheiro público e aumento de taxas e impostos só
alimentam a sensação de crise com a diminuição de demanda pelo que vendem ou
prestam serviço.
Por esta razão cabe além de todas as ferramentas de gestão, planejamentos
e análises, também um trabalho interno para que circule entre as pessoas destas
empresas notícias boas. Sim, eu sei que não está fácil no ambiente em que
vivemos priorizar as boas notícias. Mas se focarmos nesta linha, novas
prospecções, novos clientes e novas ideias mudanças de comportamento podem se
destacar para ativar as atividades de cada organização.
Os atores deste organismo tão importante para a economia
precisam apropriar-se de sua importância e entender o impacto que geram. No
setor de serviços é ainda mais comum o número de pessoas envolvidas ser menor
que a percepção da importância
neste setor os números são muito expressivos também:
enquanto as pequenas criaram 22,8 mil ocupações, as médias e grandes
corporações tiveram uma baixa de 3,6 mil vagas.
Se você está ou pretende
abrir uma empresa, ser pequeno pode ser sinônimo de vagas, ocupações e
importância. E para quem busca vagas apenas em grandes corporações olhe com
mais atenção para as pequenas. Elas podem oferecer bons ambientes de trabalho e
se você quiser contribuir pode se tornar uma empresa forte sem precisar ser
grande.
Basta buscar a melhor liga entre Motivação, Gestão, Informação e claro
o melhor remédio para a lentidão pública: o trabalho.

























