Ele
é jovem ainda, 30 anos, mas a sua conta bancária estará recheada para o resto
da vida. O tenista da Sérvia, Novak Djokovic, que já venceu inúmeros títulos na
carreira, incluindo os quatro maiores torneios do circuito profissional, e já
faturou cifras que superam R$ 380 milhões, ganhou notoriedade na semana passada por
uma atitude louvável, digna talvez de um Prêmio Nobel.
Além de faturar com as
premiações, Nole também é
empreendedor e dono de restaurantes. Ao anunciar a abertura do mais novo
empreendimento, ele revelou que as pessoas carentes de seu país poderão se
alimentar de forma gratuita em seu restaurante. “Dinheiro não é um problema
para mim, já ganhei o suficiente para alimentar toda a Sérvia. Acho que posso
devolver um pouco a esse povo que tanto torce por mim”, contou ao tabloide
britânico The Sun.
Ao
ler a manchete do jornal e ao ver a publicação em suas redes sociais, é
impossível não emocionar-se com o gesto. Ainda mais para um fã de sua prática
esportiva, mas que também sofre com a desigualdade do mundo. Djoko não precisaria nunca fazer um
gesto desses, qual a obrigação que ele teria em distribuir comida para os
nativos pobres de seu país?
Mas isso mostra que pessoas com alto poder
aquisitivo, sejam esportistas ou não, podem sim ser agentes de transformação do
nosso mundo. Roland Garros, Wimbledon, Australian Open e o US Open, que somam
12 títulos a ele, não chegam nem perto desta conquista. Fazer o bem, sem olhar
a quem, um lema exercido por rotarianos, serve muito bem para Djoko.
Independente do que aconteça em sua carreira daqui para frente, ele já está
cumprindo seu papel de cidadão. Já está dando exemplo para muitos outros
profissionais milionários do esporte, mas também um exemplo para toda a
humanidade.
Celebre
Djokovic, celebre que você acaba de conquistar o maior título de sua carreira.

























