Vai iniciar mais uma edição dos Jogos Olímpicos e, mais uma vez, esse
escriba está confiante em bons resultados dos atletas brasileiros para as
competições de Paris.
Isso vale para os esportes individuais como também para os esportes coletivos.
Foi um ciclo menor do Japão (2021) até a França (2024), e talvez alguns bons
resultados obtidos no país asiático me deixam com essa sensação.
Parece também que aqueles atletas e aquelas equipes que ficaram
abaixo da expectativa em Tóquio entenderam as dificuldades e aprimoraram suas
qualidades para buscar ouro, prata e bronze. E falo das três cores de medalhas
porque todas precisam ser valorizadas.
Se fôssemos uma potência olímpica, não
aceitaria nada menos que o lugar mais alto do pódio nas competições, mas sei
que o investimento nas modalidades não é o ideal, que não somos – assim como
todos os países – talentosos em todas as modalidades, e que todos entram para
ganhar e por isso nem sempre o resultado é o esperado.
Diante desses cenários, vejo muito potencial de termos uma posição
histórica no quadro de medalhas, digna de orgulhar o povo brasileiro.
Faço
apostas confiantes no vôlei de praia, de quadra, futebol feminino, tênis de mesa,
ginástica, skate, canoagem, surfe e handebol.
Tomara que eu erre bastante
e muitos outros esportes possam aparecer nessa lista e, ao final dos jogos,
possamos celebrar essa expectativa de resultado excepcional.
E que seja
fantástico para entendermos que o esporte precisa de valorização desde a base,
para que nossos talentos sejam lapidados e os resultados sejam expressivos a
cada nova edição dos jogos.
Vamos Time Brasil!

























