Estaria a presidente da República, Dilma Rousseff, externando sintomas da mundialmente conhecida Síndrome de Estocolmo? Seria essa a explicação para a renovação da aliança com o PP? Lembrando: o PP tem na sua origem a Arena, partido que deu sustentação aos governos militares no Brasil por 20 anos. E foram os militares que capturaram, prenderam e torturaram Dilma. O PP encarna a Arena, que foi complacente com as torturas sofridas por Dilma.
Na Síndrome de Estocolmo, vítimas de sequestro ou agressão acabam por defender e se identificar afetiva e emocionalmente com o sequestrador ou agressor. Será que Dilma enxerga em Paulo Maluf, Jair Bolsonaro, Ciro Nogueira e outros líderes do PP os militares que a torturaram? Vale o registro que o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência disso.
Só posso entender desta forma a renovação da aliança do PT com o PP. Até porque todos petistas que conheço – muitos amigos – sempre detonam os militares e o período sombrio dos porões da ditadura, com violações explícitas dos Direitos Humanos.
A Síndrome de Estocolmo. Dilma enxerga nos progressistas os militares que a prenderam e torturaram. Que coisa.
PS: O Partido Progressista anunciou,ontem apoio à candidatura de Dilma Rousseff na luta pela reeleição. A decisão foi tomada pela Executiva nacional em reunião no gabinete do senador Ciro Nogueira (PI), presidente da legenda, e não em convenção, já que houve tumulto na convenção nacional — um grupo foi contra o apoio à petista.

























