Os problemas e as reclamações são de 2013 e 2014. São cerca de cinco anos de reclamações com escadas rolantes nas estações São Leopoldo e Unisinos da Trensurb. Essa novela enjoada e cansativa começa chegar ao seu final.
As seis novas escadas rolantes das
estações Unisinos e São Leopoldo, da Trensurb, chegaram à empresa, parte
delas na tarde desta terça-feira (10) e o restante na manhã desta quarta-feira
(11). O próximo passo é o transporte até as estações e instalação dos novos
equipamentos.
O transporte, através da via metroviária, começa na madrugada
desta sexta-feira (13) logo após o final da operação comercial. Já o trabalho
de instalação, tem início neste sábado (14) pela Estação São Leopoldo e
seguirá com a Estação Unisinos, com prazo de conclusão para dois meses
a partir desta data.
Antes de chegar a Trensurb, as escadas – construídas na China – ficaram quase três meses esperando liberação no porto de Rio Grande. É uma demora incrível para um investimento tão necessário para milhares de usuários.
O diretor-presidente da empresa, David
Borille, ao falar da importância da chegada das escadas afirma que “podemos
ver aqui o cumprimento de uma promessa, feita lá no ano passado, quando
questionamos junto a gerência de comunicação da empresa, as principais
queixas dos usuários. O não funcionamento das escadas rolantes das estações
Unisinos e São Leopoldo eram uma dessas reclamações e agora estamos atendendo
essa demanda, esse compromisso da minha gestão foi resolvido e, felizmente,
em breve melhorando o atendimento para os usuários”.
Foi em setembro de 2017 que a Trensurb
firmou contrato com a Thyssenkrupp Elevadores para a substituição de seis
escadas rolantes inativas: duas na Estação São Leopoldo, uma para cada
plataforma, e quatro na Estação Unisinos, duas para a plataforma, uma para
o terminal de integração e outra para o centro comercial.
Vale lembrar
que a Estação São Leopoldo já conta com duas escadas rolantes funcionais,
uma para cada plataforma, instaladas em 2015 pelo fato da estação deixar
de ser terminal. O contrato, no valor de R$ 3,3 milhões, inclui projeto,
montagem, instalação, garantias e assistência técnica, além da remoção
das escadas inoperantes.
